Eunuco

De Crônicas de Atlântida
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Eunuco (hem'an, em senzar) é um humano castrado. No antigo Império Cari e no Império Mugal foram comuns como servidores domésticos e guardas de haréns, tanto em escravos quanto em homens livres que voluntariamente aceitavam a castração para desempenhar certas funções palacianas.

No Império Atlante, a castração é mais rara, como já acontecia nos desaparecidos impérios Senzar e Tlavatli. É usada como castigo em certos casos de estupro, incesto, rebeldia de escravos e abuso de poderes mágicos (visto que estes são normalmente muito reduzidos pela castração).

A castração às vezes é aceita voluntariamente por jovens transexuais livres, geralmente visando tornar-se prostitutos andróginos ou serem aceitos como sacerdotes de divindades hermafroditas como Mu, Tau e Kadmon. Também pode ser voluntariamente aceita por escravos jovens, para conseguir um melhor tratamento ou estatuto tornando-se concubinos andróginos. Nestes casos, a castração costuma ser feita de forma indolor e acompanhada de tratamento mágico por um tantrista ou feiticeiro especializado para assegurar o resultado desejado.