Mudanças entre as edições de "Jambu"
| Linha 5: | Linha 5: | ||
| população = 27.000.000 | | população = 27.000.000 | ||
| área = 510.000 | | área = 510.000 | ||
| − | | grupos = [[ziaans]] ( | + | | grupos = [[ziaans]] (45%), [[lems]] (15%), tlavatlis (10%), mugais (10%), senzares (5%), caris (5%) |
| pop_capital = 400.000 | | pop_capital = 400.000 | ||
| − | }}'''Jambu''' é um estado teocrático que ocupa o extremo sul de [[Ralté]], a ilha vizinha de [[Ilanka]] e a ponta setentrional do continente de [[Lemté]]. A capital e centro cerimonial, é Muror, em [[Ilanka]]. Ali governa uma xamã e matriarca [[lem]] à qual se atribui a capacidade de encarnar [[Mu]], deusa que é ao mesmo tempo a Grande Mãe e a unidade cósmica do Universo. | + | }}'''Jambu''' é um estado teocrático que ocupa o extremo sul de [[Ralté]], a ilha vizinha de [[Ilanka]] e a ponta setentrional do continente de [[Lemté]]. A capital e centro cerimonial, é Muror, em [[Ilanka]]. Ali governa uma xamã e matriarca [[lem]] à qual se atribui a capacidade de encarnar [[Mu]], deusa que é ao mesmo tempo a Grande Mãe e a unidade cósmica do Universo. |
| + | |||
| + | Embora [[ziaans]] e [[lems]] formem a maior parte da população, ao longo dos séculos Jambu absorveu consideráveis populações tlavatlis, mugais, senzares e caris, originalmente formados por prisioneiros de guerra, mercadores, refugiados ou mesmo mercenários vindos de outras terras. | ||
Jambu é a única formação social criada por [[lems]] e [[ziaans]] com características de Estado organizado, originalmente criado pela necessidade de se defender do [[Império Cari]] e hoje dos ataques atlantes e agartis que partem de [[Duaraka]] e [[Bárata]]. | Jambu é a única formação social criada por [[lems]] e [[ziaans]] com características de Estado organizado, originalmente criado pela necessidade de se defender do [[Império Cari]] e hoje dos ataques atlantes e agartis que partem de [[Duaraka]] e [[Bárata]]. | ||
| Linha 19: | Linha 21: | ||
Foi só por volta de 700 dFA que os caris obtiveram uma vitória decisiva sobre Jambu, permitindo-lhes arrebatar as terras que hoje formam [[Bárria]]. Não persistiram, porém, nesse esforço militar, preferindo celebrar uma paz provisória e concentrar seus recursos na conquista e colonização de [[Masté]]. | Foi só por volta de 700 dFA que os caris obtiveram uma vitória decisiva sobre Jambu, permitindo-lhes arrebatar as terras que hoje formam [[Bárria]]. Não persistiram, porém, nesse esforço militar, preferindo celebrar uma paz provisória e concentrar seus recursos na conquista e colonização de [[Masté]]. | ||
| + | Em 780 dFA, Rudra, rei de Agarta, conseguiu organizar seus turbulentos guerreiros no exército mais disciplinado e eficiente que seu mundo jamais vira. Esse exército foi lançado contra os helcarianos e, numa série de impressionantes vitórias, arrebatou-lhes a maior parte de seus domínios, incluindo a cidade sagrada de Xambala, na qual Rudra se proclamou Imperador do Mundo, além de partes do antigo [[Império Mugal]]. Foi, porém, derrotado e morto em 800 dFA, ao tentar invadir e conquistar o Império Cari no apogeu. Os guerreiros de Jambu aproveitaram-se da desordem que se seguiu entre os agartis para ocupar e anexar parte de suas conquistas, expandindo para norte e leste, incluindo antigas terras mugais. | ||
| + | |||
| + | Os próximos séculos foram de relativa paz e prosperidade para Jambu, que se tornou um Estado rico e relativamente cosmopolita, atraindo mercadores, mercenários, imigrantes e refugiados, principalmente depois que se iniciaram os conflitos internos do [[Império Cari]], que culminaram com a grande guerra civil de 1538 dFA. Jambu manteve-se como um reduto ordeiro ao longo de toda a Idade das Trevas, mas entre 2365 e 2370 sucumbiu ante um ataque conjunto das duas novas grandes potências, [[Atlântida]] e [[Agarta]], que lhe conquistaram a maior parte do território. Os magos e guerrreiros de Muror conseguiram, porém, defender dos conquistadores o extremo sul de seu território. Aproveitaram-se bem dos conflitos surgidos entre as duas potências nos séculos seguintes (que se esforçam por instigar) e têm conseguido sobreviver, apesar de intermitentes conflitos com os dois vizinhos. | ||
[[Categoria: Kisharografia]] | [[Categoria: Kisharografia]] | ||
Edição das 16h11min de 1 de janeiro de 2010
| Jambu
|
[[Imagem:{{{bandeira}}}|200px]]
|
| Também conhecido como: Teocracia de Jambu
|
| População: 27.000.000 habitantes
|
| Área: 510.000 km²
|
| Grupos étnicos: |
| Capital: Muror
|
| População da capital: 400.000 habitantes
|
Jambu é um estado teocrático que ocupa o extremo sul de Ralté, a ilha vizinha de Ilanka e a ponta setentrional do continente de Lemté. A capital e centro cerimonial, é Muror, em Ilanka. Ali governa uma xamã e matriarca lem à qual se atribui a capacidade de encarnar Mu, deusa que é ao mesmo tempo a Grande Mãe e a unidade cósmica do Universo.
Embora ziaans e lems formem a maior parte da população, ao longo dos séculos Jambu absorveu consideráveis populações tlavatlis, mugais, senzares e caris, originalmente formados por prisioneiros de guerra, mercadores, refugiados ou mesmo mercenários vindos de outras terras.
Jambu é a única formação social criada por lems e ziaans com características de Estado organizado, originalmente criado pela necessidade de se defender do Império Cari e hoje dos ataques atlantes e agartis que partem de Duaraka e Bárata.
História
Jambu é um dos mais antigos Estados de Kishar, criado a partir de 1800 aFA como aliança defensiva contra o Império Cari, quanto este começou a multiplicar incursões em busca de novas terras e escravos. A aliança não seduziu as tribos do sul de Lemté, apegadas às suas liberdades tribais, mas teve considerável sucesso e bloqueou as tentativas de expansão caris para o leste por muitos séculos.
Foi só por volta de 700 dFA que os caris obtiveram uma vitória decisiva sobre Jambu, permitindo-lhes arrebatar as terras que hoje formam Bárria. Não persistiram, porém, nesse esforço militar, preferindo celebrar uma paz provisória e concentrar seus recursos na conquista e colonização de Masté.
Em 780 dFA, Rudra, rei de Agarta, conseguiu organizar seus turbulentos guerreiros no exército mais disciplinado e eficiente que seu mundo jamais vira. Esse exército foi lançado contra os helcarianos e, numa série de impressionantes vitórias, arrebatou-lhes a maior parte de seus domínios, incluindo a cidade sagrada de Xambala, na qual Rudra se proclamou Imperador do Mundo, além de partes do antigo Império Mugal. Foi, porém, derrotado e morto em 800 dFA, ao tentar invadir e conquistar o Império Cari no apogeu. Os guerreiros de Jambu aproveitaram-se da desordem que se seguiu entre os agartis para ocupar e anexar parte de suas conquistas, expandindo para norte e leste, incluindo antigas terras mugais.
Os próximos séculos foram de relativa paz e prosperidade para Jambu, que se tornou um Estado rico e relativamente cosmopolita, atraindo mercadores, mercenários, imigrantes e refugiados, principalmente depois que se iniciaram os conflitos internos do Império Cari, que culminaram com a grande guerra civil de 1538 dFA. Jambu manteve-se como um reduto ordeiro ao longo de toda a Idade das Trevas, mas entre 2365 e 2370 sucumbiu ante um ataque conjunto das duas novas grandes potências, Atlântida e Agarta, que lhe conquistaram a maior parte do território. Os magos e guerrreiros de Muror conseguiram, porém, defender dos conquistadores o extremo sul de seu território. Aproveitaram-se bem dos conflitos surgidos entre as duas potências nos séculos seguintes (que se esforçam por instigar) e têm conseguido sobreviver, apesar de intermitentes conflitos com os dois vizinhos.