Mudanças entre as edições de "Bárata"

De Crônicas de Atlântida
Linha 1: Linha 1:
[[Imagem:Barata.gif|thumb|left|250px|Bandeira de Bárata]]
 
 
{{Reinos|
 
{{Reinos|
 +
| bandeira        = Barata.gif
 
| nome            = Bárata
 
| nome            = Bárata
 
| outro_nome      = -
 
| outro_nome      = -

Edição das 22h19min de 29 de maio de 2010

Bárata
Barata.gif
Também conhecido como:
-
População:
100.000.000 habitantes
Área:
3.000.000 km²
Grupos étnicos:
agartis (20%), mugais (10%), tlavatlis (10%), senzares (5%), ziaans e lems (10%), mestiços (45%).
Capital:
População da capital:
1.500.000 habitantes

Bárata é um reino vassalo do Império de Agarta, que foi fundado por sacerdotes dissidentes, mas mantém relações de amizade e aliança com a antiga metrópole, que a apoia em seu conflito intermitente com o vizinho vice-reino atlante de Duaraka. Ocupa a maior parte da antiga Jambu e exporta especiarias, marfim e pedras preciosas.

Bárata surgiu de descontentes dentro da própria casta sacerdotal contra o sistema agarti de castas, que fundaram seu próprio reino vassalo nas terras de Jambu conquistadas aos lems. Entretanto, os baratis acabaram por reproduzir, sob uma forma apenas um pouco modificada, a estrutura de castas do Império de Agarta: os agartis unificados, chamados bramas, se tornaram a casta sacerdotal, enquanto grupos mestiçados com senzares formaram a nova casta guerreira rájana e os misturados com mugais a casta visha, de proprietários de terra e comerciantes. Todos esses são classificados como baratis ou "cidadãos" e considerados superiores aos nagas (senzares), dásias (tlavatlis), rakshasas (lems pardos) e takshakas (lems negros), reduzidos à servidão.