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De Crônicas de Atlântida
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Originalmente foi cultuada pelos [[ziaans]] e [[lems]] de [[Lemté]], mas através de [[Jambu]] seu culto foi difundido por outras partes de [[Kishar]], chegando a tornar-se a única divindade de origem ziaan-lem a receber culto (geralmente secreto) de outros povos, principalmente [[mugais]], [[tlavatlis]] e [[senzares]] de [[Bárata]] e [[helcarianos]] sob o domínio de [[Agarta]]. No [[Império Atlante]] é, porém, quase desconhecida. É vista como deusa da amizade, da solidariedade e da fraternidade, protetora dos oprimidos e filha favorita de [[Mu]]. | Originalmente foi cultuada pelos [[ziaans]] e [[lems]] de [[Lemté]], mas através de [[Jambu]] seu culto foi difundido por outras partes de [[Kishar]], chegando a tornar-se a única divindade de origem ziaan-lem a receber culto (geralmente secreto) de outros povos, principalmente [[mugais]], [[tlavatlis]] e [[senzares]] de [[Bárata]] e [[helcarianos]] sob o domínio de [[Agarta]]. No [[Império Atlante]] é, porém, quase desconhecida. É vista como deusa da amizade, da solidariedade e da fraternidade, protetora dos oprimidos e filha favorita de [[Mu]]. | ||
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Edição atual tal como às 21h00min de 20 de setembro de 2011
Mui é uma deusa que há muitos milênios teria vivido como uma mulher ziaan da raça durgar, que sacrificou a própria vida para salvar a família e a tribo de uma erupção vulcânica e foi por isso divinizada pelos sobreviventes.
Originalmente foi cultuada pelos ziaans e lems de Lemté, mas através de Jambu seu culto foi difundido por outras partes de Kishar, chegando a tornar-se a única divindade de origem ziaan-lem a receber culto (geralmente secreto) de outros povos, principalmente mugais, tlavatlis e senzares de Bárata e helcarianos sob o domínio de Agarta. No Império Atlante é, porém, quase desconhecida. É vista como deusa da amizade, da solidariedade e da fraternidade, protetora dos oprimidos e filha favorita de Mu.