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De Crônicas de Atlântida
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[[Atlântis]] cresceu enormemente, tornando-se tão grande quanto havia sido [[Ki]] no auge de sua prosperidade. Quanto à própria [[Ki]], voltou a crescer e ocupar todo o espaço dentro de suas imponentes muralhas, como capital do vice-reino de [[Kaldu]]. [[Mempi]], como capital do reino vassalo de [[Musru]], também recuperou a prosperidade perdida e [[Daitya]] voltou a ser um dos mais importantes centros comerciais do planeta.  
  
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O Império Atlante controla uma área total de 63.345.000 quilômetros quadrados, com 1.139.350.000 habitantes, somando metrópoles e colônias:
 
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Edição das 22h31min de 27 de dezembro de 2009

Império Atlante
[[Imagem:{{{bandeira}}}|200px]]
Também conhecido como:
Império de Atlântida
População:
1.139.350.000 habitantes
Área:
63.345.000 km²
Grupos étnicos:
senzares (33%), tlavatlis (25%), caris (20%), fomoris (8%), ziaans e lems (6%), dengus (2%) e outros (6%).
Capital:
População da capital:
6.000.000 habitantes

Império Atlante é a federação dos dez reinos de Rutá, somada às colônias e vice-reinos desses Estados, espalhados por grande parte de Kishar.

História

A partir de 1513 dFA, o Império Cari, depois de dois séculos de decadência econômica e agitações políticas, foi dilacerado por uma violenta guerra civil entre Hórus e Seth, pretendentes ao trono de Mempi. A oportunidade foi bem aproveitada pelos Impérios senzar e tlavatli, que se aliaram para invadir e anexar os territórios caris ocidentais.

Com apoio de Agarta, Hórus acabou vitorioso, mas perdeu para sempre a maior parte de seu império. Suas possessões em Nemté foram anexadas aos domínios tlavatlis e a ilha de Rutá foi dividida entre tlavatlis e senzares. A cidade de Atlântis, junto com as regiões circunvizinhas, coube aos senzares, que em 1538 dFA nela fundaram seu novo governo. As tribos lemurianas e os fomoris se revoltaram, recuperando suas liberdades tradicionais.

A longa guerra, porém, exauriu os combatentes, desorganizou o comércio mundial e ocasionou uma profunda regressão da cultura em quase todo o planeta. Nos anos 1600, os quatro grandes impérios – Senzar, Tlavatli, Cari e Agarta – mergulharam no caos feudal. A autoridade dos seus soberanos supremos pouco se estendia além das capitais; os chefes locais lhes prestavam apenas uma vassalagem simbólica. Inúmeros tesouros intelectuais foram perdidos, à medida que antigos centros culturais se esvaziavam ou os guardiões da cultura eram expulsos pela barbárie.

A partir de 1616, os chefes da ilha de Rutá e Daitya recusaram-se a prestar homenagens, mesmo formais, aos seus antigos suseranos em Tolan e Tilan. Liderados pelo primeiro Atlas, título então dado ao rei da cidade de Atlântis, proclamaram sua independência.

Daitya, liderada por uma dinastia originada da mestiçagem local de acadianos, fomoris e lemurianos, preferiu uma completa independência. Os dez reis da ilha de Rutá formaram uma confederação presidida pelo Atlas. Para evitar, porém, que a heterogeneidade cultural da confederação e as diversificadas origens étnicas de seus povos em impérios outrora inimigos se transformasse em motivos para discórdias e guerras civis, ordenou-se a destruição dos registros históricos e sua substituição por uma nova história oficial. Surgiu então a lenda da fundação de Atlântis por dez irmãos, filhos do deus Varjá e sua esposa humana Quaxar.

Esta foi a chamada idade das Trevas, da qual Kishar começou a emergir por volta de 1800, quando novas técnicas psíquicas, mágicas e científicas começaram a ser descobertas (ou redescobertas) pelos sacerdotes e mercadores atlantes. Por volta de 2000, a manipulação genética já lhes permitia criar novas espécies de vegetais, animais e seres racionais e manipular a matéria bruta numa escala jamais vista.

A magia permitiu criar gigantescas galeras sem remadores e estranhas máquinas voadoras. Novas culturas e gigantescas obras de irrigação redobraram a produtividade agrícola de Atlanté, que por volta de 2100 já era tão grande e próspera quanto nos melhores dias do Império Cari e continuava a crescer. A magia e o psiquismo tornaram-se populares a ponto de a maioria dos atlantes conhecer ao menos um pouco desses assuntos e sr capaz de realizar pelo menos alguns pequenos feitos mágicos.

Em 2120, o 34º Atlas iniciou a expansão imperial, conquistando Daitya e Niagadiros. O 35º iniciou a conquista do Império Tlavatli e o 37º a completou, depois de uma longa luta. O 39º conquistou metade do que restava do Império Cari. Em 2370, o 45º Atlas, aliado a Agarta, tomou Ki.

A partir de 2500, as relações entre Atlântida e Agarta deterioraram-se rapidamente, uma vez que ambos os impérios visavam a conquista de todo o mundo e viam o outro como seu único rival. Esses atritos, porém, permitiram aos remanescentes não conquistados dos lemurianos, dengus, helcarianos e mugais jogar com essas rivalidades para preservar sua liberdade e combater a ocupação estrangeira.

Um incidente de certa importância foi a rebelião contra Agarta, em 2543, de uma comunidade de origem mestiça. Sob a proteção dos atlantes, proclamou o pequeno reino independente de Ofir.

Depois de um longo intervalo de relativa quietude, o 55º e o 56º submeteram os senzares do ocidente e conquistaram parte de Masté e quase todos os domínios dengus, com exceção da própria Thule. Por volta de 2650, o Império Atlante já alcançava aproximadamente as suas fronteiras atuais.

Atlântis cresceu enormemente, tornando-se tão grande quanto havia sido Ki no auge de sua prosperidade. Quanto à própria Ki, voltou a crescer e ocupar todo o espaço dentro de suas imponentes muralhas, como capital do vice-reino de Kaldu. Mempi, como capital do reino vassalo de Musru, também recuperou a prosperidade perdida e Daitya voltou a ser um dos mais importantes centros comerciais do planeta.

Kisharografia

O Império Atlante controla uma área total de 63.345.000 quilômetros quadrados, com 1.139.350.000 habitantes, somando metrópoles e colônias:

Reino, vice-reino
ou colônia
área
(km²)
população
(habitantes)
densidade demográfica
(h/km²)
forma de
governo
Atlanté 1.100.000 100.000.000 90,9 Sede do Império
Alguanté 445.000 32.000.000 71,9 Reino Metropolitano Federado
Xoterté 185.000 7.000.000 37,8 Reino Metropolitano Federado
Manté 265.000 13.000.000 49,1 Reino Metropolitano Federado
Minté 285.000 4.000.000 14,0 Reino Metropolitano Federado
Tecité 310.000 12.000.000 38,7 Reino Metropolitano Federado
Quinguté 120.000 8.000.000 66,7 Reino Metropolitano Federado
Honanté 145.000 8.000.000 42,8 Reino Metropolitano Federado
Zaleté 320.000 15.000.000 46,9 Reino Metropolitano Federado
Enté 295.000 10.000.000 46,9 Reino Metropolitano Federado
Subtotal, metrópoles 3.470.000 207.200.000 59,7 Federação de reinos
Ilhas Macárias 25.000 200.000 8,0 Protetorado de Honanté
Avalon 390.000 8.000.000 20,5 Protetorado de Tecité
Radra 2.300.000 250.000 0,1 Colônia de Tecité
Pakté 1.000.000 700.000 0,7 Colônia de Tecité
Boté 800.000 1.500.000 1,9 Colônia de Tecité
Makinak 2.500.000 40.000.000 16,0 Vice-reino de Manté
Tamoanchan 2.400.000 12.000.000 5,0 Vice-reino de Zaleté
Tlapalan 2.500.000 60.000.000 24,0 Vice-reino de Zaleté
Niagadiros 1.300.000 30.000.000 24,0 Vice-reino de Alguanté
Reitios 2.200.000 33.000.000 15,0 Vice-reino de Alguanté
Daitya 2.050.000 21.500.000 10,5 Vice-reino de Atlanté
Tamana 1.560.000 40.000.000 16,0 Vice-reino de Atlanté
Ikinava 15.000.000 100.000.000 6,7 Vice-reino de Atlanté
Tlitonté 300.000 15.000.000 50,0 Vice-reino de Atlanté
Musru 1.350.000 80.000.000 59,3 Vice-reino de Atlanté
Kaldu 1.470.000 120.000.000 81,6 Vice-reino de Atlanté
Duaraka 630.000 30.000.000 47,6 Vice-reino de Atlanté
Tulaté 7.500.000 200.000.000 26,7 Vice-reino de Atlanté
Tersenté 8.500.000 80.000.000 9,4 Vice-reino de Atlanté
Karu 6.100.000 60.000.000 9,8 Vice-reino de Atlanté
Subtotal, colônias 59.875.000 932.150.000 15,6 colônias, protetorados e vice-reinos
Total geral 63.345.000 1.139.350.000 18,0 Império