Dloké

De Crônicas de Atlântida
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Dloké, prostitutas ou prostitutos, são comuns na sociedade atlante e a profissão não é considerada infamante, embora também não seja particularmente prestigiada. Na maioria são mulheres (ledloké), mas a prostituição masculina (nendloké) também é comum. A categoria tem guildas bem organizadas em toda a Atlântida, que supervisionam os bordéis (dlaudim, em senzar) e asseguram o bem-estar dos órfãos, dos doentes e dos aposentados com uma porcentagem dos ganhos dos dlokés ativos. A poderosa guilda de Atlântis (Dloke Gor) tem nada menos de duzentos mil integrantes dos dois sexos e dez mil estabelecimentos, classificados em cinco categorias:

  • ouro, cerca de 15.000 dlokés, cobra um ás pelo serviço padrão.
  • prata, cerca de 45.000 dlokés, cobra meio ás.
  • oricalco, cerca de 60.000 dlokés, cobra dois ticais.
  • estanho, cerca de 50.000 dlokés, cobra um tical.
  • cobre, cerca de 30.000 dlokés, cobra meio tical.

Metade do valor arrecadado vai para a guilda e a outra metade para a dloké. Na maioria, dlokés são correntes-de-bronze, com rendimentos de baixos a medianos, mas nas das duas categorias superiores costumam ser correntes-de-prata. Quando especialmente atraentes ou talentosos, tendem a tornar-se arké ou kalké, que são consideradas categorias à parte e costumam atingir estatutos mais elevados.