Dloké

De Crônicas de Atlântida
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Dloké, prostitutas ou prostitutos, são comuns na sociedade atlante e a profissão não é considerada infamante, embora também não seja particularmente prestigiada. Na maioria são mulheres (dloleké), mas a prostituição masculina (dlonenké) também é conhecida. A categoria tem guildas bem organizadas em toda a Atlântida, que mantêm bordéis (dlautim, em senzar) e casas de encontros (dlauçon) e asseguram o bem-estar dos filhos, dos doentes e dos aposentados com uma porcentagem dos ganhos dos dlokés ativos. A poderosa guilda de Atlântis têm nada menos de duzentos mil integrantes dos dois sexos.

Com ocasionais exceções, dlokés são correntes-de-bronze, com rendimentos entre baixos e medianos. Quando especialmente atraentes ou talentosos, tendem tornar-se arké ou kalké, que são consideradas categorias à parte.