Alguanté

De Crônicas de Atlântida
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{{Reinos
 | nome            =Alguanté
 | capital         =Gadeiros (2.096.000 habitantes)  
 | população       =32 milhões
 | área            =445.000 km²
 | grupos étnicos  =fomoris (60%), senzares (20%), tlavatlis (10%), kharis (5%), outros (5%).
 }}


Alguanté ("Terra dos Bons Rebanhos"), Eumelos em grego, é o segundo dos reinos de Poseidônis em riqueza e poderio. Seu soberano administra, além do seu próprio reino, extensas colônias em Tuté, o continente a leste. É um Estado mais centralizado e autoritário que o da Atlântida; divide-se em vinte províncias cujos governadores são nomeados pelo rei. As vilas e cidades, porém, têm alcaides e conselheiros eleitos pelo povo.

Os habitantes de Alguanté e, principalmente, os cidadãos de sua capital Gadiros, são conhecidos como alegres e sensuais. Adoram música, dança, arte e espetáculos circenses e são profundamente devotados à família e à deusa-mãe. Dançar com touros, ou taurorquese, é o esporte nacional: numa arena, os dançarinos brincam com os touros e fazem cambalhotas sobre seus chifres, mas não o matam. É também um povo orgulhoso, leal e corajoso, disposto a lutar e matar pelo que considera questões de honra.

O clima é mediterrâneo, ligeiramente menos quente que o de Atlântida. O território divide-se entre montanhas, colinas e vales férteis, principalmente o do caudaloso rio Alguan, navegável quase até a fronteira de Atlântida. O reino é famoso pela qualidade dos rebanhos bovinos, nos campos das terras baixas, e do gado ovino, nas montanhas. Há densos bosques, cheios de touros selvagens, ursos, lobos, veados e javalis.