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De Crônicas de Atlântida
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'''Dloké''', '''prostitutas''' ou '''prostitutos''', são comuns na sociedade atlante e a profissão não é considerada infamante, embora também não seja particularmente prestigiada. Na maioria são mulheres (''ledloké''), mas a prostituição masculina (''nendloké'') também é comum. A categoria tem guildas bem organizadas em toda a Atlântida, que supervisionam os bordéis (''[[dlaudim]]'', em senzar) e asseguram o bem-estar dos órfãos, dos doentes e dos aposentados com uma porcentagem dos ganhos dos dlokés ativos. A poderosa guilda de Atlântis (''Dloke Gor'') tem nada menos de duzentos mil integrantes dos dois sexos e dez mil estabelecimentos, classificados em cinco categorias:
 
*'''ouro''', cerca de 15.000 dlokés, cobra um ás pelo serviço padrão.
 
*'''prata''', cerca de 45.000 dlokés, cobra meio ás.
 
*'''oricalco''', cerca de 60.000 dlokés, cobra dois ticais.
 
*'''estanho''', cerca de 50.000 dlokés, cobra um tical.
 
*'''cobre''', cerca de 30.000 dlokés, cobra meio tical.
 
 
 
Metade do valor arrecadado vai para a guilda e a outra metade para a dloké. Na maioria, dlokés são [[correntes-de-bronze]], com rendimentos de baixos a medianos, mas nas das duas categorias superiores costumam ser [[correntes-de-prata]]. Quando especialmente atraentes ou talentosos, tendem a tornar-se [[arké]] ou [[kalké]], que são consideradas categorias à parte e costumam atingir estatutos mais elevados.
 
 
 
[[Categoria:Sociedade]]
 

Edição atual tal como às 00h42min de 30 de março de 2015

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