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De Crônicas de Atlântida
 
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'''Ahatsunu bintu Ubar''' é uma jovem [[keciós]] [[caris|cari]], filha de [[Ubar]] e [[Ninsunu]], que no início de 2702 [[dFA]] ganha a vida como taverneira em [[Raltlor]]. Irmã mais velha da famosa [[hetaira]] [[Beletsunu]], tem estatura média, cabelo negro e ondulado, pele branca e olhos grandes e negros. Não tem o carisma e a sensualidade da irmã mais nova, nem suas legendárias habilidades profissionais, mas é suficientemente bonita e simpática para atrair uma considerável clientela para sua [[Taverna das Enguias]], que herdou dos pais mortos há dois anos.
 
'''Ahatsunu bintu Ubar''' é uma jovem [[keciós]] [[caris|cari]], filha de [[Ubar]] e [[Ninsunu]], que no início de 2702 [[dFA]] ganha a vida como taverneira em [[Raltlor]]. Irmã mais velha da famosa [[hetaira]] [[Beletsunu]], tem estatura média, cabelo negro e ondulado, pele branca e olhos grandes e negros. Não tem o carisma e a sensualidade da irmã mais nova, nem suas legendárias habilidades profissionais, mas é suficientemente bonita e simpática para atrair uma considerável clientela para sua [[Taverna das Enguias]], que herdou dos pais mortos há dois anos.
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Ao saber da vitória da revolução na capital e do papel que nela teve Sistu, Ahatsunu e Beltsunu decidem deixar Raltlor e se estabelecerem na Comuna de Atlântis. Beletsunu compra um casarão no qual ela e seus amigos formam uma comunidade pluralista e multirracial conhecida como Beletsunuló, "teto de Beletsunu" e Ahatsunu usa seu pecúlio para fundar na capital a Nova Taverna das Enguias, um estabelecimento muito maior e mais movimentado do que aquele que tinha em Raltlor. Embora não se case, tem dois filhos.
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[[Categoria: Personagens]]
 
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Edição atual tal como às 22h38min de 28 de fevereiro de 2014

Ahatsunu bintu Ubar é uma jovem keciós cari, filha de Ubar e Ninsunu, que no início de 2702 dFA ganha a vida como taverneira em Raltlor. Irmã mais velha da famosa hetaira Beletsunu, tem estatura média, cabelo negro e ondulado, pele branca e olhos grandes e negros. Não tem o carisma e a sensualidade da irmã mais nova, nem suas legendárias habilidades profissionais, mas é suficientemente bonita e simpática para atrair uma considerável clientela para sua Taverna das Enguias, que herdou dos pais mortos há dois anos.

{{Revelações sobre o enredo}} Ao saber da vitória da revolução na capital e do papel que nela teve Sistu, Ahatsunu e Beltsunu decidem deixar Raltlor e se estabelecerem na Comuna de Atlântis. Beletsunu compra um casarão no qual ela e seus amigos formam uma comunidade pluralista e multirracial conhecida como Beletsunuló, "teto de Beletsunu" e Ahatsunu usa seu pecúlio para fundar na capital a Nova Taverna das Enguias, um estabelecimento muito maior e mais movimentado do que aquele que tinha em Raltlor. Embora não se case, tem dois filhos. {{Fim das revelações sobre o enredo}}.