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De Crônicas de Atlântida
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Embora seja algo menos próspera que Raltlor e um pouco menos populosa (1.000 habitantes), Teptor também ostenta belas construções e monumentos – em particular, o templo de [[Tloí]] (deusa da compaixão) e [[Dotlás]] (deus da ousadia e astúcia), não só mais belo e antigo, como mais prestigiado – os próprios cidadãos de Raltlor participam das homenagens ao templo vizinho em suas datas festivas. Essa vila é dominada pelos clãs Pau (pantera), Bau (unicórnio) e Rió (dragão). | Embora seja algo menos próspera que Raltlor e um pouco menos populosa (1.000 habitantes), Teptor também ostenta belas construções e monumentos – em particular, o templo de [[Tloí]] (deusa da compaixão) e [[Dotlás]] (deus da ousadia e astúcia), não só mais belo e antigo, como mais prestigiado – os próprios cidadãos de Raltlor participam das homenagens ao templo vizinho em suas datas festivas. Essa vila é dominada pelos clãs Pau (pantera), Bau (unicórnio) e Rió (dragão). | ||
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Edição das 13h21min de 15 de junho de 2010
Teptor (Teptohr na grafia própria, "Lago da Borboleta" em senzar) é uma vila da planície de Tersis, junto ao lago de mesmo nome, que também é conhecido pelo nome tlavatli de Tochiwayo. Teptor é vizinha de Raltlor, com a qual mantém uma antiga rivalidade.
Embora seja algo menos próspera que Raltlor e um pouco menos populosa (1.000 habitantes), Teptor também ostenta belas construções e monumentos – em particular, o templo de Tloí (deusa da compaixão) e Dotlás (deus da ousadia e astúcia), não só mais belo e antigo, como mais prestigiado – os próprios cidadãos de Raltlor participam das homenagens ao templo vizinho em suas datas festivas. Essa vila é dominada pelos clãs Pau (pantera), Bau (unicórnio) e Rió (dragão).