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De Crônicas de Atlântida
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O '''Paço Imperial''' (''Vatargod'', em senzar) é o palácio onde reside o [[Casal Imperial]] de Atlântida. O palácio propriamente dito tem uma área total de pouco mais de um estádio quadrado, ou cerca de 40 mil metros quadrados, inclusive pátios internos, mas seu administrador, o [[Mordomo do Paço]] tem autoridade sobre toda a [[Cidade Proibida]]. Tem sido construído e remodelado praticamente desde a fundação da cidade. Cada casal imperial recebeu o palácio de seus predecessores e embelezou-o a seu turno, mais do que já havia sido adornado. Procurou sempre exceder o antecessor, tanto quanto pôde, a tal ponto que, quem quer que veja o palácio é tomado de estupor, diante da grandiosidade e beleza da obra.
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O '''Paço Imperial''' (''Vatargod'', em senzar) é o palácio onde reside o [[Casal Imperial]] de Atlântida. O palácio propriamente dito tem uma área total de pouco mais de um estádio quadrado, ou cerca de 40 mil metros quadrados, inclusive pátios internos, mas seu administrador, o [[Mordomo do Paço]] ou Gotkontô, tem autoridade sobre toda a [[Cidade Proibida]]. Tem sido construído e remodelado praticamente desde a fundação da cidade. Cada casal imperial recebeu o palácio de seus predecessores e embelezou-o a seu turno, mais do que já havia sido adornado. Procurou sempre exceder o antecessor, tanto quanto pôde, a tal ponto que, quem quer que veja o palácio é tomado de estupor, diante da grandiosidade e beleza da obra.
  
 
[[Categoria:Kisharografia]]
 
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Edição das 14h07min de 11 de junho de 2010

O Paço Imperial (Vatargod, em senzar) é o palácio onde reside o Casal Imperial de Atlântida. O palácio propriamente dito tem uma área total de pouco mais de um estádio quadrado, ou cerca de 40 mil metros quadrados, inclusive pátios internos, mas seu administrador, o Mordomo do Paço ou Gotkontô, tem autoridade sobre toda a Cidade Proibida. Tem sido construído e remodelado praticamente desde a fundação da cidade. Cada casal imperial recebeu o palácio de seus predecessores e embelezou-o a seu turno, mais do que já havia sido adornado. Procurou sempre exceder o antecessor, tanto quanto pôde, a tal ponto que, quem quer que veja o palácio é tomado de estupor, diante da grandiosidade e beleza da obra.