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A embarcação foi dar às costas do [[Império Atlante]] e Bayguar, junto com Tjurmyen e Tjaokun, foi viver no [[Dzezyo]], o bairro mugal de [[Atlântis]]. Ali, Bayguar escreveu um livro sobre a revolta mugal chamado ''Elegia aos Heróis de Zjoey'', que foi traduzido em senzar como ''Os Arrozais da Morte''. O livro foi um grande sucesso de crítica e de público e atraiu a atenção do [[Instituto]], que fez do autor um membro honorário e patrocinou suas palestras e as outras obras que quis escrever sobre a história de sua terra e das atrocidades cometidas pelos agartis. Bayguar teve uma aposentadoria próspera, chegou ao estatuto atlante de [[zeciós]], pôde dar uma educação de primeira classe à neta [[Tjurmyen]] e faleceu em 2699 dFA, deixando [[Tjurmyen]] como última sobrevivente do antiquíssimo e outrora poderoso clã Maav. | A embarcação foi dar às costas do [[Império Atlante]] e Bayguar, junto com Tjurmyen e Tjaokun, foi viver no [[Dzezyo]], o bairro mugal de [[Atlântis]]. Ali, Bayguar escreveu um livro sobre a revolta mugal chamado ''Elegia aos Heróis de Zjoey'', que foi traduzido em senzar como ''Os Arrozais da Morte''. O livro foi um grande sucesso de crítica e de público e atraiu a atenção do [[Instituto]], que fez do autor um membro honorário e patrocinou suas palestras e as outras obras que quis escrever sobre a história de sua terra e das atrocidades cometidas pelos agartis. Bayguar teve uma aposentadoria próspera, chegou ao estatuto atlante de [[zeciós]], pôde dar uma educação de primeira classe à neta [[Tjurmyen]] e faleceu em 2699 dFA, deixando [[Tjurmyen]] como última sobrevivente do antiquíssimo e outrora poderoso clã Maav. | ||
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Edição das 17h04min de 13 de janeiro de 2010
Maav Bayguar foi um hilota mugal de Zjoey. Desenvolveu em segredo, como autodidata, seu talento inato de ilusionista e usou seus poderes para confundir os clarividentes de Agarta e tornar-se o líder regional de uma grande revolta de Zjoey contra o Império de Agarta. Quando a revolta foi esmagada pelo desembarque de tautas agartis trazidos por rukmas, Bayguar foi um dos poucos a conseguir fugir, embarcando em um pesqueiro lotado de refugiados, incluindo sua neta Tjurmyen e a madrinha desta, Tjaokun.
A embarcação foi dar às costas do Império Atlante e Bayguar, junto com Tjurmyen e Tjaokun, foi viver no Dzezyo, o bairro mugal de Atlântis. Ali, Bayguar escreveu um livro sobre a revolta mugal chamado Elegia aos Heróis de Zjoey, que foi traduzido em senzar como Os Arrozais da Morte. O livro foi um grande sucesso de crítica e de público e atraiu a atenção do Instituto, que fez do autor um membro honorário e patrocinou suas palestras e as outras obras que quis escrever sobre a história de sua terra e das atrocidades cometidas pelos agartis. Bayguar teve uma aposentadoria próspera, chegou ao estatuto atlante de zeciós, pôde dar uma educação de primeira classe à neta Tjurmyen e faleceu em 2699 dFA, deixando Tjurmyen como última sobrevivente do antiquíssimo e outrora poderoso clã Maav.