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| − | A tradição dos [[senzares]] | + | A tradição "ocidental" é a dos [[senzares]] e [[tlavatlis]], povos que expõem mais seus corpos, tendem desdenhar maquiagens que buscam uma beleza facial idealizada, mas favorecem a pintura corporal, principalmente em rituais e ocasiões festivas, mas também no dia-a-dia quando há tempo e meios para isso. Usam sucos de frutas semelhantes ao urucum ou jenipapo, carvão vegetal, hena e argilas brancas ou coloridas para criar desenhos, padrões e "tatuagens temporárias" pelo corpo e rosto, de caráter abstrato, simbólico, expressivo ou naturalista de acordo com a ocasião e o gosto pessoal. A prática é comum a homens e mulheres, adultos e crianças. Só excepcionalmente tem conotação sexual. |
[[Fomoris]] e [[dengus]] tendem a misturar as duas tradições de forma simplificada e amenizada. | [[Fomoris]] e [[dengus]] tendem a misturar as duas tradições de forma simplificada e amenizada. | ||
Edição das 21h58min de 28 de setembro de 2015
Cosmética (tlah em senzar) existe em muitas formas nas diferentes civilizações de Kishar, mas em Atlântida costuma-se falar de duas "tradições" em cosmética, a "Oriental" e a "Ocidental".
A tradição "oriental" é a originada dos caris, mugais, ofirianos e outros que tendem a mostrar pouco o corpo além do rosto, mãos e pés, é similar à das civilizações orientais terrestres e inclui pós, unguentos e tinturas para pele, lábios, unhas, sobrancelhas, cílios e cabelos, usados tanto por homens quanto por mulheres para disfarçar pequenos defeitos ou marcas de envelhecimento e realçar a atratividade sexual segundo os ideais estéticos de cada cultura. Em geral não é usada por crianças, salvo por brincadeira. A depilação é comum entre os caris, mas pouco usada em outras culturas.
A tradição "ocidental" é a dos senzares e tlavatlis, povos que expõem mais seus corpos, tendem desdenhar maquiagens que buscam uma beleza facial idealizada, mas favorecem a pintura corporal, principalmente em rituais e ocasiões festivas, mas também no dia-a-dia quando há tempo e meios para isso. Usam sucos de frutas semelhantes ao urucum ou jenipapo, carvão vegetal, hena e argilas brancas ou coloridas para criar desenhos, padrões e "tatuagens temporárias" pelo corpo e rosto, de caráter abstrato, simbólico, expressivo ou naturalista de acordo com a ocasião e o gosto pessoal. A prática é comum a homens e mulheres, adultos e crianças. Só excepcionalmente tem conotação sexual.
Fomoris e dengus tendem a misturar as duas tradições de forma simplificada e amenizada.
Os agartis repelem qualquer cosmética que vá além da higiene e asseio pessoal, salvo para a casta inferior dos artistas ou yavanas. Entre os acaios, a maquiagem é ainda mais rejeitada. Bárria, Aíria e Bárata são mais flexíveis e aderem aos cosméticos de tradição cari e mugal em uma forma amenizada.