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Um estrangeiro que se radica em Atlântida não tem estatuto até que receba cidadania ao prestar serviço militar, ser adotado por uma família atlante ou como honra especial concedida pelo [[Casal Imperial]] ou por uma de suas instituições autorizadas. Crianças nascidas na civilização atlante e nela criadas até a maioridade têm direito a cidadania e estatuto, assim como os filhos de atlantes livres. Diplomatas e representantes de governos estrangeiros recebem tratamentos honorários e têm imunidade diplomática, mas estrangeiros comuns são tratados como [[buciós]] para todos os fins legais. | Um estrangeiro que se radica em Atlântida não tem estatuto até que receba cidadania ao prestar serviço militar, ser adotado por uma família atlante ou como honra especial concedida pelo [[Casal Imperial]] ou por uma de suas instituições autorizadas. Crianças nascidas na civilização atlante e nela criadas até a maioridade têm direito a cidadania e estatuto, assim como os filhos de atlantes livres. Diplomatas e representantes de governos estrangeiros recebem tratamentos honorários e têm imunidade diplomática, mas estrangeiros comuns são tratados como [[buciós]] para todos os fins legais. | ||
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| + | Há requisitos de estatuto para se exercer cargos públicos e obter graduações militares e para conseguir posições nos templos e nas guildas. Na prática, ninguém que tenha um estatuto elevado (mesmo se o conseguiu como mercador ou artista) deixa de conseguir uma função bem remunerada e uma residência oficial se o desejar, com direito a uma pensão correspondente ao se aposentar. Um estatuto alto também confere privilégios legais, como o de ser julgado por seus pares e receber tratamento e punição dignas, garante acesso a autoridades superiores e à Cidade Proibida e preferência protocolar em todo tipo de cerimonial civil e religioso. Leis suntuárias também impõem requisitos de estatuto para se usar certas vestimentas e adornos, ostentar certos símbolos de status (como ser carregado em liteiras) e possuir [[nuciós|servos]] e [[posciós|vassalos]]. | ||
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Edição das 23h22min de 2 de março de 2014
Estatuto (em senzar, ciós) é, no Império Atlante, uma categoria de pessoas às quais são atribuídos determinados deveres, direitos e privilégios segundo uma combinação de nascimento e suposto mérito.
Um estrangeiro que se radica em Atlântida não tem estatuto até que receba cidadania ao prestar serviço militar, ser adotado por uma família atlante ou como honra especial concedida pelo Casal Imperial ou por uma de suas instituições autorizadas. Crianças nascidas na civilização atlante e nela criadas até a maioridade têm direito a cidadania e estatuto, assim como os filhos de atlantes livres. Diplomatas e representantes de governos estrangeiros recebem tratamentos honorários e têm imunidade diplomática, mas estrangeiros comuns são tratados como buciós para todos os fins legais.
Há requisitos de estatuto para se exercer cargos públicos e obter graduações militares e para conseguir posições nos templos e nas guildas. Na prática, ninguém que tenha um estatuto elevado (mesmo se o conseguiu como mercador ou artista) deixa de conseguir uma função bem remunerada e uma residência oficial se o desejar, com direito a uma pensão correspondente ao se aposentar. Um estatuto alto também confere privilégios legais, como o de ser julgado por seus pares e receber tratamento e punição dignas, garante acesso a autoridades superiores e à Cidade Proibida e preferência protocolar em todo tipo de cerimonial civil e religioso. Leis suntuárias também impõem requisitos de estatuto para se usar certas vestimentas e adornos, ostentar certos símbolos de status (como ser carregado em liteiras) e possuir servos e vassalos.