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| − | A Zanrod é o resultado da abertura da Ralrod (uma cultura austera de coletivismo estatal, hostil a influências estrangeiras) dos conquistadores senzares de [[Rutá]] à influência do mercantilismo e do gosto pelo luxo dos [[caris]] que haviam dominado a ilha, da cultura alegre e sensual dos [[tlavatlis]] e da tradição de orgulhosa autonomia dos trabalhadores [[dengus]]. | + | A Zanrod é o resultado da abertura da Ralrod (uma cultura austera de coletivismo estatal, hostil a influências estrangeiras) dos conquistadores senzares de [[Rutá]] à influência do mercantilismo e do gosto pelo luxo dos [[caris]] que haviam dominado a ilha, da cultura alegre e sensual dos [[tlavatlis]] e da tradição de orgulhosa autonomia dos trabalhadores [[dengus]]. Conserva os costumes típicos dos senzares quanto a culto, casamento e herança, permitindo que outros povos sigam os seus próprios. |
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Edição das 23h48min de 27 de junho de 2010
Zanrod, "nova lei" é o conjunto das leis, costumes e cultos que Atlântida difundiu pelo Império Atlante, principalmente quando contrastada com a Ralrod, a "velha lei" dos senzares, vigente no antigo Império Senzar até sua anexação em 2602. O termo tinha originalmente um tom pejorativo, pois rahl em senzar significa velho ou antigo com a conotação de "original", "experiente" e "autêntico", mas continuou a ser usado mesmo depois que a nova ordem foi aceita pelos deuses da velha, liderados por Dotlás e Karmó e imposta aos antigos domínios senzares de Muté e Tersenté.
A Zanrod é o resultado da abertura da Ralrod (uma cultura austera de coletivismo estatal, hostil a influências estrangeiras) dos conquistadores senzares de Rutá à influência do mercantilismo e do gosto pelo luxo dos caris que haviam dominado a ilha, da cultura alegre e sensual dos tlavatlis e da tradição de orgulhosa autonomia dos trabalhadores dengus. Conserva os costumes típicos dos senzares quanto a culto, casamento e herança, permitindo que outros povos sigam os seus próprios.
Em linhas gerais, a Zanrod dá um grande papel ao comércio e ao dinheiro de um lado e ao trabalho e organização por guildas por outro: essas forças atualmente dominam a maior parte da vida, economia e política das cidades, enquanto os remanescentes do coletivismo estatal e da organização por clãs ainda se mostram no regime de propriedade da terra e influenciam a política e a distribuição da produção, principalmente nas zonas rurais. É tolerante para com a diversidade e pluralidade de crenças e costumes e procura integrar os costumes de povos não-senzares, em vez de reprimi-los ou desprezá-los. Valoriza ideias e produtos de interesse que venham de estrangeiros e absorveu na língua falada e escrita, ainda basicamente senzar, muitos termos e caracteres de origem cari. Dirige o culto oficial a Varjá, Muxan e seu séquito, mas aceita outros cultos, inclusive estrangeiros, contanto que não perturbem a ordem pública.