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De Crônicas de Atlântida
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Para os senzares, '''Gutis''' é o deus do céu noturno, esposo de [[Minzin]] e senhor dos [[dracos]]. É também o deus dos juramentos e das leis. Em seu nome são feitos os juramentos mais solenes e o castigo de quem os rompe, segundo a crença geral, é ser destinado ao [[Tártaro]] após a morte, em vez do relativamente ameno [[Hades]], destino da maioria das sombras dos mortais, ou da transformação em [[gênio]], reservada a uns poucos humanos excepcionais ou queridos dos deuses.
 
Para os senzares, '''Gutis''' é o deus do céu noturno, esposo de [[Minzin]] e senhor dos [[dracos]]. É também o deus dos juramentos e das leis. Em seu nome são feitos os juramentos mais solenes e o castigo de quem os rompe, segundo a crença geral, é ser destinado ao [[Tártaro]] após a morte, em vez do relativamente ameno [[Hades]], destino da maioria das sombras dos mortais, ou da transformação em [[gênio]], reservada a uns poucos humanos excepcionais ou queridos dos deuses.
  

Edição das 15h06min de 11 de junho de 2010

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Para os senzares, Gutis é o deus do céu noturno, esposo de Minzin e senhor dos dracos. É também o deus dos juramentos e das leis. Em seu nome são feitos os juramentos mais solenes e o castigo de quem os rompe, segundo a crença geral, é ser destinado ao Tártaro após a morte, em vez do relativamente ameno Hades, destino da maioria das sombras dos mortais, ou da transformação em gênio, reservada a uns poucos humanos excepcionais ou queridos dos deuses.

No Templo de Varjá, no centro de Atlântis, uma representação de Gutis protege uma grande estela de esmeralda na qual está inscrito o juramento com o qual, a cada 11 anos ou Kih, todos os soberanos da ilha de Rutá renovam sua aliança e a fidelidade ao Casal Imperial de Atlântida.