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De Crônicas de Atlântida
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Em toda a [[Atlântida]] e também na maior parte do [[Império Atlante|império]], as meninas começam a usá-lo na puberdade e só os tiram se querem engravidar ou já se consideram idosas o suficiente para dispensá-lo. Tem dupla finalidade: por um lado, é um profilático contra doenças seuxalmente transmissíveis e um anticoncepcional quase infalível. Por outro, embora seja inofensivo a mulheres e crianças, condena a uma morte lenta e dolorosa qualquer homem feito que se encoste a ele contra a vontade da dona, mesmo por trás de roupas ou com algum instrumento. Mesmo armado, um candidato a estuprador teria de pensar duas vezes antes de tentar obrigar uma mulher a tirá-lo: bastaria a ela açoitá-lo de leve com o pekenan e seu destino estaria selado.
 
Em toda a [[Atlântida]] e também na maior parte do [[Império Atlante|império]], as meninas começam a usá-lo na puberdade e só os tiram se querem engravidar ou já se consideram idosas o suficiente para dispensá-lo. Tem dupla finalidade: por um lado, é um profilático contra doenças seuxalmente transmissíveis e um anticoncepcional quase infalível. Por outro, embora seja inofensivo a mulheres e crianças, condena a uma morte lenta e dolorosa qualquer homem feito que se encoste a ele contra a vontade da dona, mesmo por trás de roupas ou com algum instrumento. Mesmo armado, um candidato a estuprador teria de pensar duas vezes antes de tentar obrigar uma mulher a tirá-lo: bastaria a ela açoitá-lo de leve com o pekenan e seu destino estaria selado.
  
Servas e escravas no papel de concubinas, bem como prostitutas, [[hetairas]], [[vivandeiras]] e outras  geralmente usam uma versão "desdentada" do pekenan, que embora tenha efeitos profiláticos e anticoncepcionais, não representa risco aos homens.
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Servas e escravas no papel de concubinas, bem como prostitutas, [[hetairas]], [[vivandeiras]] e outras  geralmente usam o ''xedli pekenan'', uma versão "desdentada" do pekenan que, embora tenha efeitos profiláticos e anticoncepcionais, não representa risco aos homens.
  
 
O costume é estranho à maioria das terras fora do Império Atlante, inclusive [[Agarta]], mas pekenans importados de [[Atlântida]] são ocasionalmente vistos em [[Acaia]] e [[Bárria]].
 
O costume é estranho à maioria das terras fora do Império Atlante, inclusive [[Agarta]], mas pekenans importados de [[Atlântida]] são ocasionalmente vistos em [[Acaia]] e [[Bárria]].
  
 
[[Category: Magia]]
 
[[Category: Magia]]

Edição das 22h34min de 5 de junho de 2010

Pekenan.jpg

Pekenan é um cordão feito com fibras da peantás e presas da quifur que envolve a cintura das mulheres atlantes, frequentemente com algum tipo de enfeite que cobre a vulva.

Em toda a Atlântida e também na maior parte do império, as meninas começam a usá-lo na puberdade e só os tiram se querem engravidar ou já se consideram idosas o suficiente para dispensá-lo. Tem dupla finalidade: por um lado, é um profilático contra doenças seuxalmente transmissíveis e um anticoncepcional quase infalível. Por outro, embora seja inofensivo a mulheres e crianças, condena a uma morte lenta e dolorosa qualquer homem feito que se encoste a ele contra a vontade da dona, mesmo por trás de roupas ou com algum instrumento. Mesmo armado, um candidato a estuprador teria de pensar duas vezes antes de tentar obrigar uma mulher a tirá-lo: bastaria a ela açoitá-lo de leve com o pekenan e seu destino estaria selado.

Servas e escravas no papel de concubinas, bem como prostitutas, hetairas, vivandeiras e outras geralmente usam o xedli pekenan, uma versão "desdentada" do pekenan que, embora tenha efeitos profiláticos e anticoncepcionais, não representa risco aos homens.

O costume é estranho à maioria das terras fora do Império Atlante, inclusive Agarta, mas pekenans importados de Atlântida são ocasionalmente vistos em Acaia e Bárria.