Mudanças entre as edições de "Sistu"
| Linha 1: | Linha 1: | ||
| − | '''Zi Temtés Sistu''' (de ''sis'', "planície" e ''tu'', "leste", "da planície leste" em [[senzar]], referindo-se à grande planície [[Tersis]]), no início de 2702 dFA, é um jovem [[quanciós]] [[senzares|senzar]] de [[Raltlor]]. Filho de Zi Temtés [[Sannó]] e Zi Akós [[Gemsam]], tem estatura, força e inteligência bem acima da média. Possui um moderado talento mágico e o exercitou com persistência, o que lhe permitiu dominar algumas técnicas de autodomínio iogue do [[Vandiá|estilo Shamash]] e magia marcial do [[Udiá |estilo Nergal]] e desenvolver técnicas próprias e pessoais de esgrima e artes marciais. | + | '''Zi Temtés Sistu''' (de ''sis'', "planície" e ''tu'', "leste", "da planície leste" em [[senzar]], referindo-se à grande planície [[Tersis]]), no início de 2702 [[dFA]], é um jovem [[quanciós]] [[senzares|senzar]] de [[Raltlor]]. Filho de Zi Temtés [[Sannó]] e Zi Akós [[Gemsam]], tem estatura, força e inteligência bem acima da média. Possui um moderado talento mágico e o exercitou com persistência, o que lhe permitiu dominar algumas técnicas de autodomínio iogue do [[Vandiá|estilo Shamash]] e magia marcial do [[Udiá |estilo Nergal]] e desenvolver técnicas próprias e pessoais de esgrima e artes marciais. |
Seu tio materno - o responsável pela disciplina e educação do sobrinho, segundo os costumes [[senzares]] - foi Zi Temtés [[Moam]], mas com a morte deste a serviço do [[Exército atlante|exército]] em [[Duaraka]], o [[poder avuncular]] passou ao tio materno deste, Zi Temtés [[Jariô]]. Um desempenho extraordinário em provas físicas e mentais, que auguram uma brilhante carreira militar, o tornaram especialmente importante para os planos de Jariô, líder político local que luta pela supremacia do clã Zi no distrito e província. | Seu tio materno - o responsável pela disciplina e educação do sobrinho, segundo os costumes [[senzares]] - foi Zi Temtés [[Moam]], mas com a morte deste a serviço do [[Exército atlante|exército]] em [[Duaraka]], o [[poder avuncular]] passou ao tio materno deste, Zi Temtés [[Jariô]]. Um desempenho extraordinário em provas físicas e mentais, que auguram uma brilhante carreira militar, o tornaram especialmente importante para os planos de Jariô, líder político local que luta pela supremacia do clã Zi no distrito e província. | ||
Edição das 01h12min de 9 de janeiro de 2010
Zi Temtés Sistu (de sis, "planície" e tu, "leste", "da planície leste" em senzar, referindo-se à grande planície Tersis), no início de 2702 dFA, é um jovem quanciós senzar de Raltlor. Filho de Zi Temtés Sannó e Zi Akós Gemsam, tem estatura, força e inteligência bem acima da média. Possui um moderado talento mágico e o exercitou com persistência, o que lhe permitiu dominar algumas técnicas de autodomínio iogue do estilo Shamash e magia marcial do estilo Nergal e desenvolver técnicas próprias e pessoais de esgrima e artes marciais.
Seu tio materno - o responsável pela disciplina e educação do sobrinho, segundo os costumes senzares - foi Zi Temtés Moam, mas com a morte deste a serviço do exército em Duaraka, o poder avuncular passou ao tio materno deste, Zi Temtés Jariô. Um desempenho extraordinário em provas físicas e mentais, que auguram uma brilhante carreira militar, o tornaram especialmente importante para os planos de Jariô, líder político local que luta pela supremacia do clã Zi no distrito e província.
Atlético, musculoso, atraente e de altura bem superior à média, cabelo liso e negro e pele cor de bronze escuro, tem a reputação de excelente amante entre as jovens de Raltlor. Seu nome é bem conhecido na província de Rasab, principalmente como grande atleta e campeão de qualsog e artes marciais, mas ele também tem um vivo interesse por política, história, sociedade e kisharografia - em suas frequentes viagens a Rasab, passou a maior parte do tempo livre na biblioteca da cidade, administrada por amigos do clã Hihn. Como arqueólogo amador, estudou a ruína de Raltlor, a pirâmide velha que dá nome à vila. Fala o tlavatli com fluência e perfeição, coisa rara entre os senzares de Atlântida e conhece a língua cari com a profundidade de um erudito.