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De Crônicas de Atlântida
 
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'''Nenet Tonalnan Tiakat''' (de ''tiakat'', "bambu" ou "taquara" em [[tlavatli]]), no início de 2702 [[dFA]] é uma jovem [[keciós]] [[tlavatlis|tlavatli]]. Filha de Nenet [[Tepin]] com pai desconhecido e sobrinha de Nenet [[Tsolin]]. Ao contrário da maioria dos tlavatlis, tem dois sobrenomes: Nenet, da mãe e Tonalnan, da mestra [[xamã]] [[Kopinani]], que a adotou legalmente como sobrinha. Mora na [[pilpokali]] de [[Tochiwayo]] e divide sua esteira com dois amantes regulares e noivos em potencial, [[Olin]] e [[Witilin]], num relacionamento muito aberto.
  
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Quando Sistu decide ir embora de Raltlor, Tiakat vai com ele para Atlântis como sua namorada e é aceita como prestadora de serviços no Instituto de Kisharografia e História. Ali se apaixona pela barda Tjurmyen, sem deixar de querer Sistu. Quando Sistu decide libertar os dracos aprisionados em suas espadas, a deusa Chiuknawat, com seus poderes ampliados, pede a Tiakat para ser sua portadora no mundo corpóreo. A aliança faz de Tiakat um ser híbrido que combina habilidades divinas e humanas e uma força decisiva na revolução contra Odu Arpá. Depois da vitória, Tiakat casa-se com Sistu e Tjurmyen. Tem três filhos com Sistu - Tekuani, Peyot e Pakki - e dois filhos com osquores (elementais), que se chamam Akaxoch e Temazat e é madrinha de todos os filhos de Tjurmyen e de várias outras crianças da família.   
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Edição atual tal como às 15h01min de 12 de outubro de 2014

Tiakat (arte de Fernando Salvaterra)

Nenet Tonalnan Tiakat (de tiakat, "bambu" ou "taquara" em tlavatli), no início de 2702 dFA é uma jovem keciós tlavatli. Filha de Nenet Tepin com pai desconhecido e sobrinha de Nenet Tsolin. Ao contrário da maioria dos tlavatlis, tem dois sobrenomes: Nenet, da mãe e Tonalnan, da mestra xamã Kopinani, que a adotou legalmente como sobrinha. Mora na pilpokali de Tochiwayo e divide sua esteira com dois amantes regulares e noivos em potencial, Olin e Witilin, num relacionamento muito aberto.

Aprendiz de xamã de Raltlor, que trabalha com a mestra Kopinani, detém um maiores talentos para a magia já vistos em sua terra. Tem uma relação especialmente forte e íntima com a deusa Chiuknawat, que costuma incorporar nos rituais religiosos de seu povo. É hábil no ikximait, arte marcial tradicional de seu povo que aperfeiçoou dando um tratamento mágico a seu varapau.

Negra retinta, alta, flexível, ágil e muito magra, tem cabelo negro e encarapinhado. Escandalosa, sarcástica, espontânea, passional e irreverente, gosta de parecer menos ajuizada do que realmente é e deixar a língua solta. Depois da magia, seus maiores interesses são sexo e amizades, juntos ou separados. Apesar de não ser particularmente bonita, é uma bissexual simpática e atrevida que já teve muitos amantes, rapazes e moças e se orgulha de jamais ter recorrido à magia para seduzir os parceiros ou parceiras que desejou - coisa comum entre magos, apesar de considerada antiética.

Um de seus apelidos de infância, dado por Sistu, é Lelon, que significa unicórnio negro (lon) fêmea em senzar.

{{Revelações sobre o enredo}} Quando Sistu decide ir embora de Raltlor, Tiakat vai com ele para Atlântis como sua namorada e é aceita como prestadora de serviços no Instituto de Kisharografia e História. Ali se apaixona pela barda Tjurmyen, sem deixar de querer Sistu. Quando Sistu decide libertar os dracos aprisionados em suas espadas, a deusa Chiuknawat, com seus poderes ampliados, pede a Tiakat para ser sua portadora no mundo corpóreo. A aliança faz de Tiakat um ser híbrido que combina habilidades divinas e humanas e uma força decisiva na revolução contra Odu Arpá. Depois da vitória, Tiakat casa-se com Sistu e Tjurmyen. Tem três filhos com Sistu - Tekuani, Peyot e Pakki - e dois filhos com osquores (elementais), que se chamam Akaxoch e Temazat e é madrinha de todos os filhos de Tjurmyen e de várias outras crianças da família. {{Fim das revelações sobre o enredo}}.