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De Crônicas de Atlântida
 
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'''Maav Tjurmyen''', em 2702 dFA, é uma jovem [[hinciós]] [[mugais|mugal]] que nasceu em [[Zjoey]] como [[hilota]], filha de Lengkvaong e Moglaen. Ainda menina, fugiu da violenta repressão do [[Império de Agarta]] para [[Atlântis]], junto com o avô [[Bayguar]] e a madrinha [[Tjaokun]]. Graças a seu talento mágico, dedicação e apurado gosto estético, tornou-se uma das mais famosas bardas e artistas da capital imperial, interpretando espetáculos do mais alto nível para a aristocracia atlante. Com a morte do avô, tornou-se a última sobrevivente do clã Maav, outrora famoso pelo grande número de magos talentosos em suas linhagens.
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[[Imagem:Tjurmyen400.jpg|thumb|right|400px|'''Tjurmyen''' (arte de Fernando Salvaterra)]]
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'''Maav Tjurmyen''' (de ''tjur'', "pérola" e ''myen'', "rosto" - "rosto de pérola", em [[mugal]]), em 2702 [[dFA]], é uma jovem [[barda]] e [[hinciós]] [[mugais|mugal]] que nasceu em [[Zjoey]] como [[hilota]], filha de [[Lengkvaong]] e [[Moglaen]].  
  
De estatura baixa, cabelo negro e liso, miúda e delicada, é muito tímida quando não está atuando. É devota de [[Kintjur]] e sente atração por mulheres, mas ainda não teve relações sexuais. Meticulosa, detalhista e precisa, fala muitas línguas e é exímia instrumentista, compositora, poeta, pintora, escultora, ceramista e cozinheira. Sofre ainda com a lembrança da violência sofrida por ela e pela família em Zjoey. Mora com [[Tjaokun]] no bairro [[Dzezyo]] de Atlântis, onde possui uma belíssima casa com um grande jardim.
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Ainda menina, fugiu da violenta repressão do [[Império de Agarta]] para [[Atlântis]], junto com o avô [[Bayguar]] e a madrinha [[Tjaokun]]. Graças a seu talento mágico, dedicação e apurado gosto estético, tornou-se uma das mais famosas [[bardas]] e artistas da capital imperial, interpretando espetáculos da mais alta categoria para a aristocracia atlante. Com a morte do avô, tornou-se a última sobrevivente do clã Maav, outrora famoso pelo grande número de magos talentosos em suas linhagens.
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De estatura baixa, cabelo negro e liso, miúda e delicada, pele clara, é muito tímida quando não está atuando. É devota de [[Kintjur]] e sente atração por mulheres, mas ainda não teve relações sexuais. Meticulosa, detalhista e precisa, fala muitas línguas e é exímia instrumentista, compositora, poeta, pintora, escultora, ceramista e cozinheira. Sofre ainda com a lembrança da violência sofrida por ela e pela família em Zjoey. Mora com [[Tjaokun]] no bairro [[Dzezyo]] de Atlântis, onde possui uma belíssima casa com um grande jardim.
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Tjurmyen se apaixona por Tiakat quando a conhece, logo depois de a xamã chegar a Atlântis. A princípio, tem uma relação difícil com Sistu, com quem Tiakat não quer romper, mas aos poucos se torna sua amiga. Por sugestão de Chiuknawat, Tjurmyen vai ao Theendaung conhecer a gênia Kintjur, da qual é devota e esta lhe propõe uma aliança. Em razão disso, Tjurmyen aprende alquimia e artes mágicas com Senkoe e se torna portadora de Kintjur no mundo corpóreo e recebe poderes que incluem premonição, voo e duplicação. Este último lhe permite dividir-se em duas, Tjurmyen-Kinzhyn e Tjurmyen-Tjurtsi. Suas novas habilidades lhe permitem inventar um novo tipo de arma de fogo e desempenhar um papel tão decisivo na revolução quanto os de Tiakat e Sistu. Tjurmyen-Kinzhyn é corporalmente destruída por uma explosão ao salvar Atlântis de um tsunami, mas continua a existir na forma de um espectro, meio gênia, meio fantasma. Tjurmyen-Tjurtsi continua a viver como humana e após a vitória, decide casar-se com Tiakat e Sistu, para poder tornar explicita sua ligação com Tiakat de modo aceitável aos olhos dos outros mugais e para ter filhos com seu melhor amigo para salvar seu clã Maav da extinção. Vem a ser mãe de quatro: os gêmeos Tjeypin (também conhecida como Tlalpan) e Zangzhen, a filha do meio Dzegnen e o caçula Gnenphong. Tem um importante papel político na Comuna de Atlântis, é sócia de Beletsunu e Xizzin em seus empreendimentos e colabora com o filho Zangzhen no projeto do Vailxi.
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[[Categoria: Personagens]]
 
[[Categoria: Personagens]]

Edição atual tal como às 17h14min de 30 de maio de 2016

Tjurmyen (arte de Fernando Salvaterra)

Maav Tjurmyen (de tjur, "pérola" e myen, "rosto" - "rosto de pérola", em mugal), em 2702 dFA, é uma jovem barda e hinciós mugal que nasceu em Zjoey como hilota, filha de Lengkvaong e Moglaen.

Ainda menina, fugiu da violenta repressão do Império de Agarta para Atlântis, junto com o avô Bayguar e a madrinha Tjaokun. Graças a seu talento mágico, dedicação e apurado gosto estético, tornou-se uma das mais famosas bardas e artistas da capital imperial, interpretando espetáculos da mais alta categoria para a aristocracia atlante. Com a morte do avô, tornou-se a última sobrevivente do clã Maav, outrora famoso pelo grande número de magos talentosos em suas linhagens.

De estatura baixa, cabelo negro e liso, miúda e delicada, pele clara, é muito tímida quando não está atuando. É devota de Kintjur e sente atração por mulheres, mas ainda não teve relações sexuais. Meticulosa, detalhista e precisa, fala muitas línguas e é exímia instrumentista, compositora, poeta, pintora, escultora, ceramista e cozinheira. Sofre ainda com a lembrança da violência sofrida por ela e pela família em Zjoey. Mora com Tjaokun no bairro Dzezyo de Atlântis, onde possui uma belíssima casa com um grande jardim.

{{Revelações sobre o enredo}} Tjurmyen se apaixona por Tiakat quando a conhece, logo depois de a xamã chegar a Atlântis. A princípio, tem uma relação difícil com Sistu, com quem Tiakat não quer romper, mas aos poucos se torna sua amiga. Por sugestão de Chiuknawat, Tjurmyen vai ao Theendaung conhecer a gênia Kintjur, da qual é devota e esta lhe propõe uma aliança. Em razão disso, Tjurmyen aprende alquimia e artes mágicas com Senkoe e se torna portadora de Kintjur no mundo corpóreo e recebe poderes que incluem premonição, voo e duplicação. Este último lhe permite dividir-se em duas, Tjurmyen-Kinzhyn e Tjurmyen-Tjurtsi. Suas novas habilidades lhe permitem inventar um novo tipo de arma de fogo e desempenhar um papel tão decisivo na revolução quanto os de Tiakat e Sistu. Tjurmyen-Kinzhyn é corporalmente destruída por uma explosão ao salvar Atlântis de um tsunami, mas continua a existir na forma de um espectro, meio gênia, meio fantasma. Tjurmyen-Tjurtsi continua a viver como humana e após a vitória, decide casar-se com Tiakat e Sistu, para poder tornar explicita sua ligação com Tiakat de modo aceitável aos olhos dos outros mugais e para ter filhos com seu melhor amigo para salvar seu clã Maav da extinção. Vem a ser mãe de quatro: os gêmeos Tjeypin (também conhecida como Tlalpan) e Zangzhen, a filha do meio Dzegnen e o caçula Gnenphong. Tem um importante papel político na Comuna de Atlântis, é sócia de Beletsunu e Xizzin em seus empreendimentos e colabora com o filho Zangzhen no projeto do Vailxi. {{Fim das revelações sobre o enredo}}.