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De Crônicas de Atlântida
 
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[[Imagem:Tlalpan400.jpg|thumb|right|400px|'''Tlalpan''' (arte de Fernando Salvaterra)]]
 
'''Zi Sismau Tlalpan''' é uma jovem de [[Atlântis]] que viaja pelo mundo a serviço do [[Instituto]] de Kisharografia e História de Atlântis, da gazeta ''[[Farol de Atlântis]]'' e do culto de [[Chiuknawat]] na época dos acontecimentos de ''Crônicas de Atlântida: O Olho de Agarta''. {{[[Revelações sobre o enredo]]}}<span style="color:white;">
 
'''Zi Sismau Tlalpan''' é uma jovem de [[Atlântis]] que viaja pelo mundo a serviço do [[Instituto]] de Kisharografia e História de Atlântis, da gazeta ''[[Farol de Atlântis]]'' e do culto de [[Chiuknawat]] na época dos acontecimentos de ''Crônicas de Atlântida: O Olho de Agarta''. {{[[Revelações sobre o enredo]]}}<span style="color:white;">
 
'''Maav Tjeypin''' ("Caráter Decidido do clã do Gato" em mugal) é a filha primogênita de Zi Temtés Sistu e Maav Tjurmyen e afilhada de Nenet Tonalnan Tiakat, legalmente mugal devido às leis matrilineares de Atlântida. '''Zi Sismau Tlalpan''' é um pseudônimo literário que adotou como autora de crônicas na gazeta ''Farol de Atlântis'' e para agir no exterior. Em família, é chamada também de Pin-ar. Tjeypin aprendeu artes marciais e fundamentos de magia iogue com o pai, herdou o gosto da mãe pelas artes e literatura, mas imitou o estilo e os trejeitos de sua madrinha Tiakat e com ela aprendeu a ser parteira. Ao chegar à puberdade, manifestou poderes mágicos peculiares e recebeu de Tiakat o treinamento básico como xamã. Além das habilidades relativamente incomuns de telepatia e viagem astral, ela manifestou um raro poder de estender tentáculos invisíveis de ectoplasma, capazes de manipular objetos e realizar vários outros truques. Bissexual, ela namorou Tikitini, Bhelgos, Kimpar, Haashilu, Anpu, Lúsia, Vasu e Madhavi durante diferentes momentos de sua adolescência e juventude. De Kimpar, recebeu por razões íntimas o apelido de Laugam ("alaúde", em senzar) e de Lúsia, o de Máurula ("pretinha", em acaio).
 
'''Maav Tjeypin''' ("Caráter Decidido do clã do Gato" em mugal) é a filha primogênita de Zi Temtés Sistu e Maav Tjurmyen e afilhada de Nenet Tonalnan Tiakat, legalmente mugal devido às leis matrilineares de Atlântida. '''Zi Sismau Tlalpan''' é um pseudônimo literário que adotou como autora de crônicas na gazeta ''Farol de Atlântis'' e para agir no exterior. Em família, é chamada também de Pin-ar. Tjeypin aprendeu artes marciais e fundamentos de magia iogue com o pai, herdou o gosto da mãe pelas artes e literatura, mas imitou o estilo e os trejeitos de sua madrinha Tiakat e com ela aprendeu a ser parteira. Ao chegar à puberdade, manifestou poderes mágicos peculiares e recebeu de Tiakat o treinamento básico como xamã. Além das habilidades relativamente incomuns de telepatia e viagem astral, ela manifestou um raro poder de estender tentáculos invisíveis de ectoplasma, capazes de manipular objetos e realizar vários outros truques. Bissexual, ela namorou Tikitini, Bhelgos, Kimpar, Haashilu, Anpu, Lúsia, Vasu e Madhavi durante diferentes momentos de sua adolescência e juventude. De Kimpar, recebeu por razões íntimas o apelido de Laugam ("alaúde", em senzar) e de Lúsia, o de Máurula ("pretinha", em acaio).

Edição atual tal como às 15h04min de 12 de outubro de 2014

Tlalpan (arte de Fernando Salvaterra)

Zi Sismau Tlalpan é uma jovem de Atlântis que viaja pelo mundo a serviço do Instituto de Kisharografia e História de Atlântis, da gazeta Farol de Atlântis e do culto de Chiuknawat na época dos acontecimentos de Crônicas de Atlântida: O Olho de Agarta. {{Revelações sobre o enredo}} Maav Tjeypin ("Caráter Decidido do clã do Gato" em mugal) é a filha primogênita de Zi Temtés Sistu e Maav Tjurmyen e afilhada de Nenet Tonalnan Tiakat, legalmente mugal devido às leis matrilineares de Atlântida. Zi Sismau Tlalpan é um pseudônimo literário que adotou como autora de crônicas na gazeta Farol de Atlântis e para agir no exterior. Em família, é chamada também de Pin-ar. Tjeypin aprendeu artes marciais e fundamentos de magia iogue com o pai, herdou o gosto da mãe pelas artes e literatura, mas imitou o estilo e os trejeitos de sua madrinha Tiakat e com ela aprendeu a ser parteira. Ao chegar à puberdade, manifestou poderes mágicos peculiares e recebeu de Tiakat o treinamento básico como xamã. Além das habilidades relativamente incomuns de telepatia e viagem astral, ela manifestou um raro poder de estender tentáculos invisíveis de ectoplasma, capazes de manipular objetos e realizar vários outros truques. Bissexual, ela namorou Tikitini, Bhelgos, Kimpar, Haashilu, Anpu, Lúsia, Vasu e Madhavi durante diferentes momentos de sua adolescência e juventude. De Kimpar, recebeu por razões íntimas o apelido de Laugam ("alaúde", em senzar) e de Lúsia, o de Máurula ("pretinha", em acaio). {{Fim das revelações sobre o enredo}}.