Mudanças entre as edições de "Tiakat"
| (3 revisões intermediárias pelo mesmo usuário não estão sendo mostradas) | |||
| Linha 1: | Linha 1: | ||
| − | [[Imagem: | + | [[Imagem:Tiakat400.jpg|thumb|right|400px|'''Tiakat''' (arte de Fernando Salvaterra)]] |
'''Nenet Tonalnan Tiakat''' (de ''tiakat'', "bambu" ou "taquara" em [[tlavatli]]), no início de 2702 [[dFA]] é uma jovem [[keciós]] [[tlavatlis|tlavatli]]. Filha de Nenet [[Tepin]] com pai desconhecido e sobrinha de Nenet [[Tsolin]]. Ao contrário da maioria dos tlavatlis, tem dois sobrenomes: Nenet, da mãe e Tonalnan, da mestra [[xamã]] [[Kopinani]], que a adotou legalmente como sobrinha. Mora na [[pilpokali]] de [[Tochiwayo]] e divide sua esteira com dois amantes regulares e noivos em potencial, [[Olin]] e [[Witilin]], num relacionamento muito aberto. | '''Nenet Tonalnan Tiakat''' (de ''tiakat'', "bambu" ou "taquara" em [[tlavatli]]), no início de 2702 [[dFA]] é uma jovem [[keciós]] [[tlavatlis|tlavatli]]. Filha de Nenet [[Tepin]] com pai desconhecido e sobrinha de Nenet [[Tsolin]]. Ao contrário da maioria dos tlavatlis, tem dois sobrenomes: Nenet, da mãe e Tonalnan, da mestra [[xamã]] [[Kopinani]], que a adotou legalmente como sobrinha. Mora na [[pilpokali]] de [[Tochiwayo]] e divide sua esteira com dois amantes regulares e noivos em potencial, [[Olin]] e [[Witilin]], num relacionamento muito aberto. | ||
| Linha 7: | Linha 7: | ||
Um de seus apelidos de infância, dado por [[Sistu]], é '''Lelon''', que significa unicórnio negro ([[lon]]) fêmea em [[senzar]]. | Um de seus apelidos de infância, dado por [[Sistu]], é '''Lelon''', que significa unicórnio negro ([[lon]]) fêmea em [[senzar]]. | ||
| + | |||
| + | {{[[Revelações sobre o enredo]]}}<span style="color:white;"> | ||
| + | Quando Sistu decide ir embora de Raltlor, Tiakat vai com ele para Atlântis como sua namorada e é aceita como prestadora de serviços no Instituto de Kisharografia e História. Ali se apaixona pela barda Tjurmyen, sem deixar de querer Sistu. Quando Sistu decide libertar os dracos aprisionados em suas espadas, a deusa Chiuknawat, com seus poderes ampliados, pede a Tiakat para ser sua portadora no mundo corpóreo. A aliança faz de Tiakat um ser híbrido que combina habilidades divinas e humanas e uma força decisiva na revolução contra Odu Arpá. Depois da vitória, Tiakat casa-se com Sistu e Tjurmyen. Tem três filhos com Sistu - Tekuani, Peyot e Pakki - e dois filhos com osquores (elementais), que se chamam Akaxoch e Temazat e é madrinha de todos os filhos de Tjurmyen e de várias outras crianças da família. | ||
| + | </span>{{[[Revelações sobre o enredo|Fim das revelações sobre o enredo]]}}. | ||
[[Categoria: Personagens]] | [[Categoria: Personagens]] | ||
Edição atual tal como às 15h01min de 12 de outubro de 2014
Nenet Tonalnan Tiakat (de tiakat, "bambu" ou "taquara" em tlavatli), no início de 2702 dFA é uma jovem keciós tlavatli. Filha de Nenet Tepin com pai desconhecido e sobrinha de Nenet Tsolin. Ao contrário da maioria dos tlavatlis, tem dois sobrenomes: Nenet, da mãe e Tonalnan, da mestra xamã Kopinani, que a adotou legalmente como sobrinha. Mora na pilpokali de Tochiwayo e divide sua esteira com dois amantes regulares e noivos em potencial, Olin e Witilin, num relacionamento muito aberto.
Aprendiz de xamã de Raltlor, que trabalha com a mestra Kopinani, detém um maiores talentos para a magia já vistos em sua terra. Tem uma relação especialmente forte e íntima com a deusa Chiuknawat, que costuma incorporar nos rituais religiosos de seu povo. É hábil no ikximait, arte marcial tradicional de seu povo que aperfeiçoou dando um tratamento mágico a seu varapau.
Negra retinta, alta, flexível, ágil e muito magra, tem cabelo negro e encarapinhado. Escandalosa, sarcástica, espontânea, passional e irreverente, gosta de parecer menos ajuizada do que realmente é e deixar a língua solta. Depois da magia, seus maiores interesses são sexo e amizades, juntos ou separados. Apesar de não ser particularmente bonita, é uma bissexual simpática e atrevida que já teve muitos amantes, rapazes e moças e se orgulha de jamais ter recorrido à magia para seduzir os parceiros ou parceiras que desejou - coisa comum entre magos, apesar de considerada antiética.
Um de seus apelidos de infância, dado por Sistu, é Lelon, que significa unicórnio negro (lon) fêmea em senzar.
{{Revelações sobre o enredo}} Quando Sistu decide ir embora de Raltlor, Tiakat vai com ele para Atlântis como sua namorada e é aceita como prestadora de serviços no Instituto de Kisharografia e História. Ali se apaixona pela barda Tjurmyen, sem deixar de querer Sistu. Quando Sistu decide libertar os dracos aprisionados em suas espadas, a deusa Chiuknawat, com seus poderes ampliados, pede a Tiakat para ser sua portadora no mundo corpóreo. A aliança faz de Tiakat um ser híbrido que combina habilidades divinas e humanas e uma força decisiva na revolução contra Odu Arpá. Depois da vitória, Tiakat casa-se com Sistu e Tjurmyen. Tem três filhos com Sistu - Tekuani, Peyot e Pakki - e dois filhos com osquores (elementais), que se chamam Akaxoch e Temazat e é madrinha de todos os filhos de Tjurmyen e de várias outras crianças da família. {{Fim das revelações sobre o enredo}}.
