Mudanças entre as edições de "Sacrifício"
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Para as divindades novas, o equivalente em valor ao sacrifício humano das divindades mais tradicionais é a autoconsagração por toda a vida ao seu culto, chamada ''zãhih''. | Para as divindades novas, o equivalente em valor ao sacrifício humano das divindades mais tradicionais é a autoconsagração por toda a vida ao seu culto, chamada ''zãhih''. | ||
| − | O sacrifício | + | O sacrifício de coleira ou ''rinhih'' é a libertação incondicional de um cativo em honra a uma divindade. É o sacrifício preferido e característico da deusa [[Chiuknawat]]. |
O sacrifício artístico ou ''ahrhih'' é a oferta de alimentos, flores, obras de arte, poemas, canções, danças, incensos e perfumes preparados especialmente em honra à divindade. | O sacrifício artístico ou ''ahrhih'' é a oferta de alimentos, flores, obras de arte, poemas, canções, danças, incensos e perfumes preparados especialmente em honra à divindade. | ||
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| + | O sacrifício sexual ou ''dlauhih'', relação sexual ritual em oferenda a uma divindade, é uma prática comum a divindades tanto arcaicas quanto novas que estejam relacionadas ao amor e à fertilidade. | ||
O sacrifício atlético ou ''soghih'' é a oferta a uma divindade de feitos atléticos e esportivos, frequentemente arriscados. | O sacrifício atlético ou ''soghih'' é a oferta a uma divindade de feitos atléticos e esportivos, frequentemente arriscados. | ||
Edição das 21h43min de 28 de setembro de 2012
Sacrifício (em senzar, hih) é uma oferenda a uma divindade, que pode ser realizada de diferentes maneiras conforme a intenção dos sacrificantes e a natureza da divindade em questão.
A imolação ou sihih, morte sacrificial ritual de um ser vivo, é tradicional entre algumas das divindades mais arcaicas. Isso inclui o sacrifício humano ou ansihih, mas este só tem valor enquanto tal aos olhos dos deuses (e só é permitido pela lei de Atlântida) se a vítima for voluntária. Mesmo para os deuses mais sanguinários, um sacrifício humano involuntário é considerado de valor inferior ao de um sacrifício animal.
Para as divindades novas, o equivalente em valor ao sacrifício humano das divindades mais tradicionais é a autoconsagração por toda a vida ao seu culto, chamada zãhih.
O sacrifício de coleira ou rinhih é a libertação incondicional de um cativo em honra a uma divindade. É o sacrifício preferido e característico da deusa Chiuknawat.
O sacrifício artístico ou ahrhih é a oferta de alimentos, flores, obras de arte, poemas, canções, danças, incensos e perfumes preparados especialmente em honra à divindade.
O sacrifício sexual ou dlauhih, relação sexual ritual em oferenda a uma divindade, é uma prática comum a divindades tanto arcaicas quanto novas que estejam relacionadas ao amor e à fertilidade.
O sacrifício atlético ou soghih é a oferta a uma divindade de feitos atléticos e esportivos, frequentemente arriscados.
O sacrifício de serviço ou kuhhih é a oferta gratuita à divindade e seu culto de algum tipo de serviço, incluindo reparos e faxina do templo e tarefas auxiliares do culto.
O sacrifício de riqueza ou ruhih é a oferenda de dinheiro ou bens ao culto ou ao templo.
O sacrifício de imagem ou emhih é a oferenda à divindade de uma imagem do devoto, como símbolo de sua devoção.
O sacrifício da regra ou rodhih é a prática temporária ou definitiva de certas regras de vida: fazer certas coisas e deixar de fazer outras em honra da divindade.
O sacrifício negativo ou padhih é a renúncia temporária ou definitiva a algum comportamento em honra da divindade. Inclui jejum, abstinência sexual ou de certos alimentos e bebidas.
O sacrifício implica a doação de certa quantidade de ih à divindade, maior ou menor conforme o tipo. A oferenda deve ter o espírito de uma doação incondicional de amor para ter valor, embora os sacrificantes esperem da divindade que seja comovida por suas demonstrações de afeição e use seu ih quando o adepto ou sua comunidade necessitem de sua ajuda.
A participação dos sacerdotes só é obrigatória nos sacrifícios de caráter comunitário, realizados especialmente nas festas e celebrações dos deuses. Sacrifícios de devoção pessoal ou familiar, que são comuns, podem ser efetuados diretamente pelos devotos, embora sacerdotes sejam frequentemente solicitados para orientá-los e lhes dar maior brilho e valor.