Mudanças entre as edições de "Raan"
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Seus seguidores acreditam que seu deus voltará a desafiar os usurpadores e desta vez vencerá, promovendo um retorno aos costumes duros e austeros dos primeiros senzares, que valorizavam a força e a honra acima de todos os valores e para os quais a honra dos indivíduos inferiores estava em servir os superiores com completa entrega e devoção. | Seus seguidores acreditam que seu deus voltará a desafiar os usurpadores e desta vez vencerá, promovendo um retorno aos costumes duros e austeros dos primeiros senzares, que valorizavam a força e a honra acima de todos os valores e para os quais a honra dos indivíduos inferiores estava em servir os superiores com completa entrega e devoção. | ||
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Edição das 20h40min de 27 de junho de 2010
Para os senzares, Raan (Rah'an, na grafia própria) é o deus dos vagalhões, dos furacões, do caos, da guerra injusta e da destruição, segundo filho e segundo esposo da mãe Temu. Apesar do seu papel geralmente maléfico na mitologia oficial atlante, tem um papel vital na renovação periódica e catastrófica do universo. Raan é reconhecido, inclusive por seus oponentes, como o deus individualmente mais poderoso. Foi necessária uma ampla coalizão de outros deuses para derrotá-lo.
Raan não tem templos ou culto oficial em Atlântida, mas seus seguidores mantêm um culto privado, envolvendo sacrifícios de sangue e, ocasionalmente, sacrifícios humanos, limitados pela lei atlante a voluntários e a varciós. Para estes, Raan é de direito o deus supremo dos senzares, como o teria sido na origem do Império Senzar: por volta de 1500 aFA, seus primeiros seguidores teriam imposto o poder de uma tribo originalmente pequena e isolada sobre grande parte do continente de Muté, antes que o deus fosse traído e derrubado pelo usurpador Varjá e seus partidários, em 98 dFA. Raan encetou um contra-ataque inicialmente bem-sucedido em 1595 dFA, sendo novamente derrotado pelos usurpadores depois de 21 anos de conflito.
Seus seguidores acreditam que seu deus voltará a desafiar os usurpadores e desta vez vencerá, promovendo um retorno aos costumes duros e austeros dos primeiros senzares, que valorizavam a força e a honra acima de todos os valores e para os quais a honra dos indivíduos inferiores estava em servir os superiores com completa entrega e devoção.