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De Crônicas de Atlântida
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'''Dloké''', '''prostitutas''' ou '''prostitutos''', são comuns na sociedade atlante e a profissão não é considerada infamante, embora também não seja particularmente prestigiada. Na maioria são mulheres (''dloleké''), mas a prostituição masculina (''dlonenké'') também é conhecida. A categoria tem guildas bem organizadas em toda a Atlântida, que mantêm bordéis (''dlautim'', em senzar) e casas de encontros (''dlauçon'') e asseguram o bem-estar dos filhos, dos doentes e dos aposentados com uma porcentagem dos ganhos dos dlokés ativos. A poderosa guilda de Atlântis têm nada menos de duzentos mil integrantes dos dois sexos.
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'''Dloké''', '''prostitutas''' ou '''prostitutos''', são comuns na sociedade atlante e a profissão não é considerada infamante, embora também não seja particularmente prestigiada. Na maioria são mulheres (''dloleké''), mas a prostituição masculina (''dlonenké'') também é conhecida. A categoria tem guildas bem organizadas em toda a Atlântida, que mantêm bordéis (''dlautim'', em senzar) e casas de encontros (''[[dlauçon]]'') e asseguram o bem-estar dos filhos, dos doentes e dos aposentados com uma porcentagem dos ganhos dos dlokés ativos. A poderosa guilda de Atlântis têm nada menos de duzentos mil integrantes dos dois sexos.
  
 
Com ocasionais exceções, dlokés são [[correntes-de-bronze]], com rendimentos entre baixos e medianos. Quando especialmente atraentes ou talentosos, tendem tornar-se [[arké]] ou [[kalké]], que são consideradas categorias à parte.
 
Com ocasionais exceções, dlokés são [[correntes-de-bronze]], com rendimentos entre baixos e medianos. Quando especialmente atraentes ou talentosos, tendem tornar-se [[arké]] ou [[kalké]], que são consideradas categorias à parte.
  
 
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Edição das 15h15min de 14 de junho de 2010

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Dloké, prostitutas ou prostitutos, são comuns na sociedade atlante e a profissão não é considerada infamante, embora também não seja particularmente prestigiada. Na maioria são mulheres (dloleké), mas a prostituição masculina (dlonenké) também é conhecida. A categoria tem guildas bem organizadas em toda a Atlântida, que mantêm bordéis (dlautim, em senzar) e casas de encontros (dlauçon) e asseguram o bem-estar dos filhos, dos doentes e dos aposentados com uma porcentagem dos ganhos dos dlokés ativos. A poderosa guilda de Atlântis têm nada menos de duzentos mil integrantes dos dois sexos.

Com ocasionais exceções, dlokés são correntes-de-bronze, com rendimentos entre baixos e medianos. Quando especialmente atraentes ou talentosos, tendem tornar-se arké ou kalké, que são consideradas categorias à parte.