Mudanças entre as edições de "Templo de Varjá"
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Os muros, as colunas, o pavimento, guarneceram-no de oricalco. Aí colocaram estátuas de ouro: o deus de pé sobre seu carro, atrelado com seis cavalos alados, e era tão grande que o cimo de sua cabeça tocava o teto. Em círculo, em torno dele, as cem nereidas sobre seus delfins. Há também no interior grande quantidade de outras estátuas, oferecidas por particulares. Em torno do santuário, no exterior, erguem-se, em ouro, as efígies de todas as mulheres dos dez reis e de todos os descendentes que engendraram, e numerosas outras grandes estátuas votivas de reis e de particulares, originárias da cidade mesma, ou de países estrangeiros sobre os quais tinham soberania. Por suas dimensões e por seu trabalho, o altar responde a esse esplendor, e o palácio imperial é proporcional à grandeza do império e à riqueza dos ornamentos do santuário. | Os muros, as colunas, o pavimento, guarneceram-no de oricalco. Aí colocaram estátuas de ouro: o deus de pé sobre seu carro, atrelado com seis cavalos alados, e era tão grande que o cimo de sua cabeça tocava o teto. Em círculo, em torno dele, as cem nereidas sobre seus delfins. Há também no interior grande quantidade de outras estátuas, oferecidas por particulares. Em torno do santuário, no exterior, erguem-se, em ouro, as efígies de todas as mulheres dos dez reis e de todos os descendentes que engendraram, e numerosas outras grandes estátuas votivas de reis e de particulares, originárias da cidade mesma, ou de países estrangeiros sobre os quais tinham soberania. Por suas dimensões e por seu trabalho, o altar responde a esse esplendor, e o palácio imperial é proporcional à grandeza do império e à riqueza dos ornamentos do santuário. | ||
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Edição das 15h08min de 11 de junho de 2010
O Templo de Varjá (em senzar, Vahrjacé) ou, mais formalmente, Templo de Quaxar e Varjá (em senzar, Quaxarvahrjacé), é o grande templo consagrado a Quaxar e a Varjá que está situado na Acrópole central da Cidade Proibida e é o centro e a sede simbólica do Império Atlante. O acesso normalmente é interditado, e é rodeado de um fecho de ouro.
Segundo a lenda, foi na gruta a seus pés que de início Quaxar e Varjá conceberam e deram à luz a raça dos dez chefes das dinastias reais. Lá, a cada ano, vêm-se dos dez reinos da ilha de Rutá oferecer a cada um desses deuses os sacrifícios da estação e a cada cinco ou seis anos, para os ritos do Kih.
O santuário de Varjá tem um comprimento de duzentos metros, largura de cem metros e uma altura proporcionada. Revestiram de prata todo o exterior do santuário, exceto as arestas de espigão, e estas arestas eram de ouro. No interior, a cobertura é toda de marfim e inteiramente ornada de ouro, prata e oricalco.
Os muros, as colunas, o pavimento, guarneceram-no de oricalco. Aí colocaram estátuas de ouro: o deus de pé sobre seu carro, atrelado com seis cavalos alados, e era tão grande que o cimo de sua cabeça tocava o teto. Em círculo, em torno dele, as cem nereidas sobre seus delfins. Há também no interior grande quantidade de outras estátuas, oferecidas por particulares. Em torno do santuário, no exterior, erguem-se, em ouro, as efígies de todas as mulheres dos dez reis e de todos os descendentes que engendraram, e numerosas outras grandes estátuas votivas de reis e de particulares, originárias da cidade mesma, ou de países estrangeiros sobre os quais tinham soberania. Por suas dimensões e por seu trabalho, o altar responde a esse esplendor, e o palácio imperial é proporcional à grandeza do império e à riqueza dos ornamentos do santuário.