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De Crônicas de Atlântida
 
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'''Xidiá''', '''magia bárdica''' ou '''magia musical''' é um estilo de magia que lida principalmente com a manipulação do som e é conhecido em [[Atlântida]] como escola [[Nabu]] de magia. Seus praticantes são chamados '''xidia'an''', o que pode ser traduzido como "bardo". Afetam não só sentimentos e emoções humanas como também animais, vegetais e objetos através da música e da poesia.
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'''Xidiá''', '''magia bárdica''' ou '''magia musical''' é um estilo de magia que lida principalmente com a manipulação do som e é conhecido em [[Atlântida]] como '''escola [[Muati]]''' de magia. Seus praticantes são chamados '''xidia'an''', o que pode ser traduzido como "[[bardo]]". Afetam não só sentimentos e emoções humanas como também animais, vegetais e objetos através da música e da poesia.
  
 
Os rituais que se baseiam neste estilo de magia usam música, geralmente de instrumentos de cordas tradicionais como o alaúde, a cítara, o sitar, o koto ou a harpa, acompanhada de versos ou canções. Também pode servir qualquer instrumento que tenha uma escala completa de notas musicais (o que exclui instrumentos de percussão simples, mas não xilofones e similares) e cujos sons sejam de fato controlados diretamente pelo mago (o que exclui realejos, caixinhas de música, gravações etc.), mas instrumentos de sopro são mais limitados devido à impossibilidade de se cantar ou pronunciar versos mágicos enquanto se toca.
 
Os rituais que se baseiam neste estilo de magia usam música, geralmente de instrumentos de cordas tradicionais como o alaúde, a cítara, o sitar, o koto ou a harpa, acompanhada de versos ou canções. Também pode servir qualquer instrumento que tenha uma escala completa de notas musicais (o que exclui instrumentos de percussão simples, mas não xilofones e similares) e cujos sons sejam de fato controlados diretamente pelo mago (o que exclui realejos, caixinhas de música, gravações etc.), mas instrumentos de sopro são mais limitados devido à impossibilidade de se cantar ou pronunciar versos mágicos enquanto se toca.
  
A cor simples tradicionalmente associada ao estilo Nabu é o roxo ou violeta, por ser uma cor ambígua, mistura da mais quente (vermelho) com a mais fria (azul). Entretanto, a marca do estilo Nabu é a versatilidade e ambiguidade, igualmente bem representadas por combinações de múltiplas cores (como um tecido xadrez) ou por cores mutáveis (materiais iridescentes). Analogamente, a ametista é uma das pedras adequadas para a magia bárdica, mas o são igualmente a opala nobre (por ser multicolorida) e a alexandrita (por mudar de cor – verde sob luz solar ou fluorescente de tipo solar, vermelha sob luz artificial de velas ou lâmpadas incandescentes).
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A cor simples tradicionalmente associada ao estilo Muati é o roxo ou violeta, por ser uma cor ambígua, mistura da mais quente (vermelho) com a mais fria (azul). Entretanto, a marca do estilo Muati é a versatilidade e ambiguidade, igualmente bem representadas por combinações de múltiplas cores (como um tecido xadrez) ou por cores mutáveis (materiais iridescentes). Analogamente, a ametista é uma das pedras adequadas para a magia bárdica, mas o são igualmente a opala nobre (por ser multicolorida) e a alexandrita (por mudar de cor – verde sob luz solar ou fluorescente de tipo solar, vermelha sob luz artificial de velas ou lâmpadas incandescentes).
  
 
Quando usa receptáculos, o bardo prefere instrumentos musicais, mais raramente medalhões, jóias e objetos de arte ou o próprio corpo do operador. A forma mais comum de usar o estilo é, porém, executar o ritual na presença do animal, pessoa ou pessoas que se deseja encantar.  
 
Quando usa receptáculos, o bardo prefere instrumentos musicais, mais raramente medalhões, jóias e objetos de arte ou o próprio corpo do operador. A forma mais comum de usar o estilo é, porém, executar o ritual na presença do animal, pessoa ou pessoas que se deseja encantar.  
  
 
[[Categoria: Magia]]
 
[[Categoria: Magia]]

Edição atual tal como às 15h40min de 2 de junho de 2010

Muati.gif

Xidiá, magia bárdica ou magia musical é um estilo de magia que lida principalmente com a manipulação do som e é conhecido em Atlântida como escola Muati de magia. Seus praticantes são chamados xidia'an, o que pode ser traduzido como "bardo". Afetam não só sentimentos e emoções humanas como também animais, vegetais e objetos através da música e da poesia.

Os rituais que se baseiam neste estilo de magia usam música, geralmente de instrumentos de cordas tradicionais como o alaúde, a cítara, o sitar, o koto ou a harpa, acompanhada de versos ou canções. Também pode servir qualquer instrumento que tenha uma escala completa de notas musicais (o que exclui instrumentos de percussão simples, mas não xilofones e similares) e cujos sons sejam de fato controlados diretamente pelo mago (o que exclui realejos, caixinhas de música, gravações etc.), mas instrumentos de sopro são mais limitados devido à impossibilidade de se cantar ou pronunciar versos mágicos enquanto se toca.

A cor simples tradicionalmente associada ao estilo Muati é o roxo ou violeta, por ser uma cor ambígua, mistura da mais quente (vermelho) com a mais fria (azul). Entretanto, a marca do estilo Muati é a versatilidade e ambiguidade, igualmente bem representadas por combinações de múltiplas cores (como um tecido xadrez) ou por cores mutáveis (materiais iridescentes). Analogamente, a ametista é uma das pedras adequadas para a magia bárdica, mas o são igualmente a opala nobre (por ser multicolorida) e a alexandrita (por mudar de cor – verde sob luz solar ou fluorescente de tipo solar, vermelha sob luz artificial de velas ou lâmpadas incandescentes).

Quando usa receptáculos, o bardo prefere instrumentos musicais, mais raramente medalhões, jóias e objetos de arte ou o próprio corpo do operador. A forma mais comum de usar o estilo é, porém, executar o ritual na presença do animal, pessoa ou pessoas que se deseja encantar.