Mudanças entre as edições de "Dlandiá"
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| − | '''Dlandiá''' ou '''magia de possessão''' é um estilo de magia que lida principalmente com incorporação temporária de entidades do limbo e é conhecido em [[Atlântida]] como escola [[Tammuz]] de magia. Seus praticantes são chamados "incorporadores". Enquanto incorporam essas entidades, compartilham parcialmente de seus poderes. | + | '''Dlandiá''' ou '''magia de possessão''' é um estilo de magia que lida principalmente com incorporação temporária de entidades do limbo e é conhecido em [[Atlântida]] como '''escola [[Tammuz]]''' de magia. Seus praticantes são chamados "incorporadores". Enquanto incorporam essas entidades, compartilham parcialmente de seus poderes. |
Os rituais que se baseiam neste estilo de magia usam transe induzido pelo vinho, por certos alucinógenos ou pela dança ao som de instrumentos de percussão. O estilo Tammuz usa como receptáculos principalmente o tirso (bastão fálico, enfeitado com hera e pâmpanos, e rematado em forma de pinha), ou instrumentos em forma de lanças ou ferramentas de metal. A cor tradicionalmente associada é o fulvo, bronzeado, castanho-claro ou alaranjado. | Os rituais que se baseiam neste estilo de magia usam transe induzido pelo vinho, por certos alucinógenos ou pela dança ao som de instrumentos de percussão. O estilo Tammuz usa como receptáculos principalmente o tirso (bastão fálico, enfeitado com hera e pâmpanos, e rematado em forma de pinha), ou instrumentos em forma de lanças ou ferramentas de metal. A cor tradicionalmente associada é o fulvo, bronzeado, castanho-claro ou alaranjado. | ||
Edição das 20h32min de 12 de janeiro de 2010
Dlandiá ou magia de possessão é um estilo de magia que lida principalmente com incorporação temporária de entidades do limbo e é conhecido em Atlântida como escola Tammuz de magia. Seus praticantes são chamados "incorporadores". Enquanto incorporam essas entidades, compartilham parcialmente de seus poderes.
Os rituais que se baseiam neste estilo de magia usam transe induzido pelo vinho, por certos alucinógenos ou pela dança ao som de instrumentos de percussão. O estilo Tammuz usa como receptáculos principalmente o tirso (bastão fálico, enfeitado com hera e pâmpanos, e rematado em forma de pinha), ou instrumentos em forma de lanças ou ferramentas de metal. A cor tradicionalmente associada é o fulvo, bronzeado, castanho-claro ou alaranjado.
As qualidades do estilo se exprimem em liberdade, rebeldia, espontaneidade e originalidade. Evitar provocações inúteis faz parte da sabedoria do libertário, mas submissão rotineira e acrítica às leis e autoridades prejudicam seriamente não só sua honra, como também sua habilidade mágica.